I know a guy that knows a guy…
10 Apr
É amigos, mesmo que a grande mídia queira acobertar o motor do país, São Paulo é uma cidade mais violenta do que o Rio de Janeiro. Vejam:
Essa é a prova mais concreta de que tudo o que vêm falando na grande mídia é uma mentira imprópria.
6 Apr
First of all quero me desculpar com os amigos do blog pela ausência. Já me desculpei outras vezes porém o trabalho está me consãde Outubro/06 fui vítima do caos aéreo. Já voltei à ponte aérea diversas vezes desde minha volta do exílio, porém nunca tinha sido vítima, mesmo voando em datas críticas. Nesta semana ela me pegou em cheio, aliada a um dia de caos na cidade, em função de 1 tempestade galopante que atacou a cidade no meio da tarde. Cenas lamentáveis:
Dia para esquecer!
5 Feb
Cheguei à frente do Globo. Em Jul/2006 postei uma reportagem sobre os cambistas em SP. Hoje o Globoesporte publicou uma muito semelhante.
Processá-los-ei!!!
29 Nov
Continuando um post anterior, confirmando meu ponto, já perceberam que em vários estados a referência a símbolos estaduais (como a bandeira) é muito grande?
Aqui no Rio tenho dúvidas se reconheceria a bandeira do estado ou se a confundiria com a da prefeitura.
O Banerj era verde e nunca ouvi o hino estadual aqui no RJ.
25 Nov
Nos últimos 3 anos, por motivos profissionais, tenho aprendido muito com a convivência de pessoas vindas de outros estados. Eu mesmo fui um desse, durante meu período no exílio. E vi uma grande diferença entre os cidadãos de vários estados e os cidadãos do estado do Rio: uma identificação muito forte com seu estado natal, enquanto aqui no Rio isso é muito fraco. Nossa relação aqui é com a cidade, que tem a vocação de estado / capital.
Todos esses representantes traziam um orgulho regional muito grande:
Enquanto isso, nós fluminenses, com poucas sentimentalidades em relação ao estado. Um bom exemplo disso é você pensar no niteroiense e o carioca: apenas a Baía nos separa mas temos poucas coisas em comum, é como se fôssemos de dois estados diferentes.
10 Jun
Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…
Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.
9 Jun
Estou mudando o servidor desta josta…
O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente…
8 Jun
Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:
“LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”
Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.
Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.
Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!
7 Jun
Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.
Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.
Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, “profissionais da vida noturna” oferecem seus serviços em todas as esquinas.
Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM – o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.
Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.
5 Jun
Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.
Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.
Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária: