Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

São Paulo é mais violento!

É amigos, mesmo que a grande mídia queira acobertar o motor do país, São Paulo é uma cidade mais violenta do que o Rio de Janeiro. Vejam:

  • Quando morei em SP, durante meus 8 meses de estadia oficial, fui roubado não só uma, mas duas vezes. Alguém roubou as moedinhas que deixava no meu porta-treco em cima da mesa do trabalho.
  • Desde que voltei ao RJ, já há mais de 8 meses aqui, não tive minhas moedinhas roubadas em nenhuma ocasião.

Essa é a prova mais concreta de que tudo o que vêm falando na grande mídia é uma mentira imprópria. :)

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  • Apagão + Tempestade = Caos

    First of all quero me desculpar com os amigos do blog pela ausência. Já me desculpei outras vezes porém o trabalho está me consãde Outubro/06 fui vítima do caos aéreo. Já voltei à ponte aérea diversas vezes desde minha volta do exílio, porém nunca tinha sido vítima, mesmo voando em datas críticas. Nesta semana ela me pegou em cheio, aliada a um dia de caos na cidade, em função de 1 tempestade galopante que atacou a cidade no meio da tarde. Cenas lamentáveis:

    • O engarrafamento na cidade foi monumental, a velocidade não passava de algumas dezenas de metros por hora. Por sorte o taxista que me levava ao aeroporto, após ficar uma hora num engarrafamento na Av. Morumbi fez uns caminhos alternativos pelas ruas do Campo Belo para me deixar em frente ao aeroporto.
    • Ao fazer este caminho sinuoso, mostras de que a cidade era de ninguém:
      • A Av. Roberto Marinho (antiga Águas Espraiadas) estava lotada de biscateiros tentando organizar o trânsito nos cruzamentos, cobrando algumas moedas dos infelizes motoristas, assemelhando a cidade com BRs ao longo deste país.
      • Inúmeras ruas internas com árvores tombadas, bloqueando a circulação
      • A maior região da cidade, a Zona Sul, estava totalmente às escuras, com um blecaute que durou mais de 3 horas e…
    • … atingiu também o aeroporto. Continuava meu calvário. O aeroporto funcionava apenas no gerador e o ar-condicionado estava desligado, deixando desconfortável (não pelo calor, mas pelo bafo que era gerado pelos milhares de passageiros à espera de seus vôos).
    • Alguns sistemas de reserva também estavam inoperantes. Assim, a TAM atendia literalmente na mão: os agentes de aeroporto emitiam cartões de embarque manualmente. Guardei o meu para provar!
    • E, obviamente, meu avião não estava lá me esperando. O vôo atrasou facilmente umas 2h, sem grandes informações do pessoal de terra da companhia aérea.

    Dia para esquecer!

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  • LeoCarbonell 1 x 0 Ianques do Globo

    Cheguei à frente do Globo. Em Jul/2006 postei uma reportagem sobre os cambistas em SP. Hoje o Globoesporte publicou uma muito semelhante.

    Processá-los-ei!!! :)

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  • Continuando

    Continuando um post anterior, confirmando meu ponto, já perceberam que em vários estados a referência a símbolos estaduais (como a bandeira) é muito grande?

    • Em SP as calçadas são desenhadas com a forma do mapa do estado
    • Ainda em SP os bancos locais têm sempre a referência das cores vermelha, branca e preta, as mesmas da bandeira ou o mapa do estado.
    • Em Minas o triângulo da bandeira e a própria bandeira é vista em vários cantos das cidades.
    • É comum vermos a bandeira do RS em carros, aqui no rio mesmo.
    • Nos estádios, antes das partidas, os gaúchos cantam o hino estadual.

    Aqui no Rio tenho dúvidas se reconheceria a bandeira do estado ou se a confundiria com a da prefeitura. :) O Banerj era verde e nunca ouvi o hino estadual aqui no RJ.

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  • Diversidade Regional

    Nos últimos 3 anos, por motivos profissionais, tenho aprendido muito com a convivência de pessoas vindas de outros estados. Eu mesmo fui um desse, durante meu período no exílio. E vi uma grande diferença entre os cidadãos de vários estados e os cidadãos do estado do Rio: uma identificação muito forte com seu estado natal, enquanto aqui no Rio isso é muito fraco. Nossa relação aqui é com a cidade, que tem a vocação de estado / capital.

    Todos esses representantes traziam um orgulho regional muito grande:

    • Os gaúchos, em seu discurso “separatista, como todo gaúcho”.
    • Mineiros mostram que lá tudo é muito mais bonito (especialmente as mulheres).
    • O paulista com sua megalomania, de que o Brasil é SP e a “rapa”.
    • Paranaense contando vantagens de sua economia pujante, não apenas ligada a agricultura, mas apontando grandes grupos econômicos.
    • Os paraibanos, destacando as qualidades de se morar a meia hora de Recife e meia hora de Natal.
    • Os pernambucanos apontam a força do Cesar (polo tecnológico de Recife).
    • Os baianos, donos de grande parte dos negócios brasileiros, destacando seus filhos ilustres (Daniel Dantas, Nizan, Odebrecht, etc).
    • Goianos mostrando as maravilhas do Planalto Central.

    Enquanto isso, nós fluminenses, com poucas sentimentalidades em relação ao estado. Um bom exemplo disso é você pensar no niteroiense e o carioca: apenas a Baía nos separa mas temos poucas coisas em comum, é como se fôssemos de dois estados diferentes.

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  • Postando de Guarulhos!

    Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…

    Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.

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  • De mudança

    Estou mudando o servidor desta josta…

    O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente… :)

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  • Cerveja safada

    Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:

    “LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”

    Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.

    Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.

    Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!

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  • Higienópolis

    Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.

    Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.

    Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, “profissionais da vida noturna” oferecem seus serviços em todas as esquinas.

    Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM – o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.

    Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.

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  • Rodoviária e Escadinha

    Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.

    Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.

    Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária:

    • Portões de 13 a 28: Esses portões ainda não estão equipados com Fingers. Assim, em um espaço no andar térreo que deveria abrigar 3 ou 4 portões estão aglomerados lado a lado uns 15 portões. Imagine o movimento disso na sexta à noite!!! E, para fazer jus à alcunha de rodoviária, destes portões os passageiros tem que pegar ônibus para chegar na porta do avião.
    • Check-in da TAM: A TAM, excelente companhia aérea, não conhece o modelo de fila única: utiliza praticamente uma fila por destino. E está confinada numa área muito pequena e estreita do salão de check-in. Resultado: nas sextas-feiras à noite é impraticável transitar por ali. Tem vezes que a fila (ou melhor, a aglomeração) é tamanha que fica gente literalmente do lado de fora. Só se entra pelos lados. Enquanto isso, o balcão da Varig fica vazio, vazio, ocupando enormes balcões antes destinados a maior companhia do Brasil.
    • Escadinha: Esse é o melhor cartão postal da Cidade. Como as obras do aeroporto ainda não estão concluídas, entrar de taxi na entrada do estacionamento e desembarque dos taxis é missão suicida para quem normalmente chega em cima do laço. Então o esquema é falar pro motorista: “vamos ficar na escadinha, ok?” Isso significa que o taxi irá parar numa calçada safada na pista central de uma avenida altamente movimentada (Washington Luiz) disputando espaço com pedestres a espera do ônibus e funcionários do aeroporto comendo churrasquinho de gato e outros kitutes nessa mesma calçada de um metro e meio. Por que escadinha? Por que, para chegar no aeroporto temos que subir por uma escadinha de uns 3 degraus que separa o nível da pista central com a pista de serviço do aeroporto (aquela que desviamos). Vale a pena pelo tempo… Mas é um lixo!!!
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