I know a guy that knows a guy…
8 Jun
Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:
“LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”
Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.
Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.
Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!
26 May
Ontem fui conferir um dos mitos de SP: o Pastel do Trevo… Fui indicado de que lá havia um pastel do tamanho do ante-braço de um adulto! E com muito recheio! Cheguei a duvidar… Mas o que se aprende aqui é que não se deve duvidar das novidades…
O pastel é realmente muito grande, e muito gostoso também. Vem com muito recheio e chega a cansar-se ao comê-lo. Ele já vem partido ao meio, para facilitar a experiência. Fica ali na Nove de Julho com a José Maria Lisboa. Estava descendo da Paulista, para pegar um ônibus em direção ao Itaim e o primeiro ponto de ônibus era exatamente nessa esquina.
A casa é uma filial do Pastel do Trevo de Bertioga, cidade do badalado litoral norte de SP. A história que se conta (não pude conferir) é que esse estabelecimento fica exatamente no trevo rodoviário de entrada da cidade, daí o nome.
Vale a pena conferir o pastelão!
2 May
Uma das novidades de SP é a proliferação de hamburguerias. Aqui na região do Itaim é ainda mais forte. E eu, como amante de uma boa junk food, já conferi alguns. Abaixo a lista dos que já fui. O primeiro da lista é o melhor no meu gosto. Os outros são empatados, atendem a objetivos diferentes:
Não sei por que a onda. Mas, dessa vez, não quis pesquisar os motivos do fenômeno.
A questão não deve ser: “Por que Hamburgueria?” e sim “Por que não Hamburgueria?”
18 Apr
Trabalho na R. Amauri. A região do Itaim Bibi é um pólo de restaurantes e gastronomia. A variedade é enorme, acima da média, pois a gastronomia deve ser o principal “ponto turístico” de São Paulo. Porém, se o Itaim é acima da média, a R. Amauri extrapola. Só no meu quarteirão são 10 restaurantes. Sem contar num ponto que está parado, parece que tem uma caveira de burro enterrada.
Considerando outras partes da R. Amauri (essa rua é muito estranha, pois está cortada pela Faria Lima e pela Nove de Julho e não parece que uma parte é continuação da outra) aparecem mais 3 restaurantes.
Vejam os restaurantes neste quarteirão da rua:
Magari
Parigi
Ecco
Figa
Forneria San Paolo
Santi
Dressing
Gardel
Pizza Hut
Yellow Giraffe
E os restaurantes “off-limits”:
Rubayat
Emporio Chiappetta
Mercearia São Roque
E, além dos 13, existe uma praça (no terreno do que seria um outro prédio), com um café. Esta praça surgiu da “bondade” dos Diniz, família do poderoso dono do Pão de Açucar – na rua eles são donos / sócios de alguns restaurantes / pontos, e decidiram que a rua seria o pólo gastronômico.
Destes restaurante, só o Pizza Hut é “popular”. Todos os outros são de gastronomia contemporânea, aqueles modernosos, com arquitetura requintada, serviço bacana e caros, muito caros
Já comi em metade destes lugares, em breve serão alvo de críticas gastronômicas aqui no blog. Os que faltam são os mais caros
claro.
O Parigi, é a cereja do bolo na Amauri, e é talvez um dos 5 lugares mais badalados de SP. Cheio, todos os dias. E, na porta, os carrões, cada um melhor que o outro. Os mais “comuns” são o VW Touareg e o Porsche Cayenne. Desenvolvi um costume ao passar pela porta do restaurante que é o de tocar no vidro dos carros, para verificar se são blindados. O scout está em cerca de 70% a 90% blindado!!!
Estou no coração dos muito-ricos da cidade!!
4 Apr
Bem, fui no show do U2 aqui em SP. Lá no Morumbi. Foi talvez minha primeira experiência de SP fora aqui das cercanias do Itaim Bibi.
O show foi espetacular, “needless to say”. Os caras sabem fazer um show multimídia como ninguém. Mas, a crítica de shows é assunto de outros blogs. Aqui valem os comentários sobre o exílio.
Bem, fui de carona. Trouxe pro trabalho uma mochila, pra trocar uma bermuda. Deu a hora do almoço e eu ainda não sabia como iria pro show (muito menos tinha ido sequer do outro lado do Rio Pinheiros), mas estava tranquilo. Pedi carona pra um colega que trabalha ao meu lado que eu sabia que morava no “morumba”. Por sorte, o caminho dele me deixava no alto de uma ladeira, ao lado do palácio do governador, a menos de 1km do estádio.
DETALHE: saímos do Itaim era umas 18.30. Chegamos lá às 19h!!! Lembro-me bem do primeiro show do U2, no autódromo de jacarepaguá… Saí 17.30 de casa, cheguei 21h no show… Isso porque dei sorte e consegui chegar. Metade do público não conseguiu!!!
Claro, do lado de fora, é a bandalha, bem característica de grandes eventos nas cidades brasileiras: cambistas, vendedores de bugingangas, vendedores de coisas proibidas no estádio, polícia montada e seu odor característico, equipes promocionais. Uma zona. Mas, convencional.
O fora do convencional é a organização, característico de SP: fila organizada de entrada, 3 ou 4 controles anti-falsificação de ingresso, segurança ostensiva porém civilizada, respeito a quem chegou primeiro e pegou os lugares melhores… E, o melhor, a organização da cidade. O policiamento e a orientação de trânsito foi muito eficiente. Vejam, nunca tinha ido pro outro lado da marginal. Quando acabou o show, dei uma contornada no estádio e em poucos quarteirões havia a fila de ônibus especiais que a prefeitura reservou para atender a população. Em menos do que 20 minutos estava já do lado de casa.
Um espetáculo.