Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

Demorou, mas minha vingança em relação ao pior banco do mundo (o Santander) saiu do forno. Veja as situações de antes e depois:

  • Antes: Para transferir uma quantia de, por exemplo, R$5.000,00 para outro banco, se optasse pelo uso de DOC / TED, teria que fazê-lo em 3 parcelas, ao custo de R$8,50 cada DOC de R$2.000,00 (um de R$1.000,00). Isso porque, mesmo após minhas 2 ou 3 visitas ao banco mais trocas de fax e envio de correspondências, o maldito banco não aceita um DOC / TED acima de R$2.000,00 sem que eu o autorize expressamente. Assim, eles tinham uma operação com receita associada de mais de R$25 e com custos virtualmente nulos.
  • Depois: Decidi adotar o antigo cheque. Com isso eu não tenho custo nenhum (só teria num valor maior de cheque, mas mesmo assim a tarifa para cheque superior a R$5.000,00 é de 0,13%). Por outro lado, o maldito banco tem agora custos. Mínimos, mas tem. Tem que pagar uma taxa ao sistema bancário, pelo uso da Câmara de Compensação. Além disso, tem também que pagar um funcionário da sua agência para me ligar e confirmar a emissão do cheque, o que ocupará um tempo mínimo de seu dia.

Resumo. Com sua incompetência, o maldito banco agora tem que pagar algumas frações de centavos enquanto antes de minha vingança tinha uma receita absurda de R$25. Isso por não permitir transações / autorizações efetivamente eletrônicas.

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  • Santander: o pior banco do mundo

    Já fui cliente de alguns bancos, a maioria em função de meus últimos empregos: Bamerindus, Unibanco, Itaú, Real, Boston, Banco do Brasil e agora sou cliente do Santander. Este se tornou o pior banco do mundo em minha experiência, bem ao contrário de sua propaganda oficial que, à época de Copa do Mundo, dizia-se ser o melhor do mundo eleito na europa, e ainda endossava sua imagem associando-se aos craques da fracassada seleção brasileira de 2006.

    Ora, o que esse banco tem de ruim? Pergunto ao contrário, o que ele tem de bom?? Em meus poucos 4 meses de “relacionamento” só tive problemas:

    • Ainda não tenho gerente exclusivo (apesar de chamarem minha conta de preferencial): uma gerente abriu minha conta, depois foi transferida e desde então não sei quem é meu atendimento primário.
    • Agências: a rede de agências no RJ é fraquíssima.
    • Nem sou de ir a agência. No Itaú eu nunca (repito: NUNCA) fui na agência, nem mesmo para abrir a conta. Porém, eventualmente é bom ter uma próximo, para sacar sem pagar taxa principalmente.
    • Tenho 5 chaves de segurança no Santander! Só para comparar no Itaú são 3 (senha do cartão, senha eletrônica e cartão de segurança para a Internet)
      • Senha do cartão (numérica)
      • Senha do cartão (alfabética)
      • Senha eletrônica do Internet Banking
      • Assinatura eletrônica do Internet Banking
      • Assinatura eletrônica do Phone Banking
      • isso sem contar um usuário (alfabético) que tive que criar no Internet Banking.
    • O banco inventou um novo tipo de DOC. Lá não é DOC-C (com CPMF) e DOC-D (sem CPMF). Eles inventaram o DOC-D (que é o mesmo) e o DOC-E, só pra confundir. Fácil não?
    • E, não há como fazer com que os DOCs que saiam do banco identifiquem os mesmos titulares no outro banco. Tenho a mesma ordem de E/OU no Santander e no Itaú. Porém, nunca consigo fazer um DOC-X (sem CPMF).
    • Os limites precisam ser autorizados APENAS na agência. Ora, nunca vou na agência, então tenho que seguir os limites padrão.

    Péssimo banco. Não recomendo.

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