I know a guy that knows a guy…
3 Dec
Long time, no see…
Há muito não escrevo por aqui, interrompo meu intervalo por uma causa.
O Inagaki lançou um meme na internet que vi no Blog de Guerrilha e depois no Viu Isso… Como não queria esperar ser convidado, já que meu blog é irrelevante
, resolvi aderir e explicar como funciona (copy+paste do Michel Lent):
1. Escolha um dos bancos no site da Defesa Civil de Santa Catarina
2. Faça uma imagem do comprovante de depósito (apague seus dados – conta corrente, CPF)
3. Convide 3 conhecidos que tenham blogs por email
4. Poste no teu blog o comprovante e o nome dos teus convidados
Meus convidados:
Imagem da Campanha
Comprovante:
PS. o Fabio Seixas também tá começando outro meme do bem, com o mesmo intuito, mas acho que o aqui de cima é mais direto ao ponto…
PS2. O Itaú facilitou a vida de todo mundo… Já coloca um botão na home do bankline pra fazer a doação, com alguns valores. Simples assim!
Update: Não sei se o meme só vale em doações de R$100… por via das dúvidas “completei” a doação com mais R$50 Transferência efetuada em 03/12/2008 às 16:36:46h via Bankline
Update2: Vale a visita ao site www.allesblau.net uma cobertura específica de Blumenau (uma das cidades mais atingidas na tragédia) feita por blogueiros desde o D-0.
9 Aug
Desde que comprei o iphone (que é meu primeiro MP3 player também) comecei a adotar alguns hábitos, como o microblogging (via twitter e escutar músicas em meus traslados entre casa e trabalho.
Como trabalho com internet e mídias digitais, tenho a vocação de ser um power user e multiconectado dos serviços tecnológicos, bem como recentemente o Interney (Edney) falou recentemente em seu blog.
Evoluí das músicas para os podcasts. E descobri um mundo novo. Apesar de ainda assinar muito poucos, a maioria de temática profissional, vejo muito poder nesse formato de mídia (que só é novo pra mim), num nível de comunicação entre veículo e audiência MUITO mais próximo. Quem nunca achou-se amigo de seu locutor de rádio preferido? No Brasil, os maiores comunicadores sempre vieram do rádio. E ainda detêm uma força muito grande.
No podcast esse poder é muito maior. Se no rádio a audiência é enorme, deixando o público mais heterogêneo, no podcast, na parte mais baixa da cauda longa, o público é muito mais homogêneo. Você, como audiência, entende / sabe que aquele conteúdo foi desenvolvido especialmente pra você (ou pra um grupo de pessoas que certamente tem interesses muito próximos ao seu).
Dos podcasts profissionais que tenho assinado destaco o do Brainstorm#9 (Braincast ou BraincastTV), o da Bullet (Podbilitty), o da Espalhe (Podcast de Guerrilha) e o Podcrer, de Michel Lent e Vicente Tardin. Alguns (como esses dois últimos) tem uma atualização sofrível (se seus autores lerem os trackbacks, essa é uma crítica construtiva!!!). Porém os outros dois têm me trazido uma dose (quase) mensal com boas discussões do que acontece no mercado publicitário e digital brasileiro.
Mas o que mais têm me divertido são os podcasts não-profissionais que assino para diversão (obrigado GFortes). Assinei o RadarPOP e o Nerdcast. Ambos têm como temática o mundo pop, sendo que o último com forte pitada nerd (duh!). Não leio o Jovem Nerd, nem sequer o tenho como um veículo qualificado. Mas um dia, gostei tanto da participação do dito cujo no RadarPop que decidi assiná-lo. Que bela decisão!
Definiria o Nerdcast como um papo entre amigos de bar. Tudo parece ser sem censura (apesar dos irritantes bips), sem ordem ou sem pauta. Mas não. Os participantes parecem que estudam a fundo o tema com antecedência, seguem uma pauta (ou um checklist de comentários indispensáveis) e o resultado é diversão COM informação. Impressionante o que aprendi nos últimos dias sobre Batman, Animações nos anos 80 ou mesmo a Guerra do Vietnã! Esse último, em especial, foi hilário. E, sempre recheado pela informação. Nunca me interessei pelo assunto, nem mesmo entendi, ao ver o tema do dia, porque um podcast de nerds iria falar desse tema. Ora, a guerra influenciou MUITO a cultura pop dos anos 70 e 80, com uma série de produções audio-visuais e de entretenimento e lazer inspiradas na guerra: GI-Joes, Rambo, Platoon, Apocalypse Now, etc. Tudo teve como motivação A guerra onde os EUA saíram perdedores!
Pesquisei (pouco) sobre o que a “velha mídia” já beliscou desse formato. Vi alguns na Veja (o do Diogo Mainardi é interessante) ou mesmo alguns na OiFM. O formato serve à velha mídia para mostrar um complemento do conteúdo, e deve ser encarado como oportunidade. Mas, me parece que não o fazem. Um exemplo é um dos líderes de audiência do rádio carioca, que é o programa Rock Bola. Ele está dentro da OiFM mas não disponibiliza seus programas (ou programetes, ou spin-offs) em podcast. Acho de uma mentalidade tacanha, medo de uma mídia que, na cabeça de seus produtores, reduziria a audiência da rádio).
Sugiro a quem não entrou na onda, que entre!
29 Jan
Chegamos ao centésimo post nest Blog. É uma marca considerável. No blog do exílio cheguei quase lá, com 92 posts. Todos os meus amigos blogueiros comemoram essa data, e normalmente é um post de retrospectiva ou de métricas. Vou pelas métricas! Mas vou listar as mais curiosas!
Obrigado a todos os amigos que me apóiam neste blog. Que venham mais 100!