I know a guy that knows a guy…
14 May
O Campeonato Brasileiro começou. Acho que é nesse ano que o Luis Roberto e o Galvão Bueno irão parir em meio a um jogo, tamanha a emoção que eles tentam transmitir para ganhar a audiência. Mesmo que o jogo já não valha nada, nas últimas rodadas, eles vão anunciá-lo como “um grande clássico do futebol brasileiro”. Ou mesmo que seja um jogo em Natal e a “estatística” do confronto moste que o time A quer quebrar um tabu de nunca ter vencido por mais de 2 gols de diferença lá em Natal do América nos 4 jogos que realizaram lá em toda a era cristã.
Uma coisa que sempre me impressinou, e no final de semana pude rever alguns, é a quantidade de homenagens que um jogador que marca um gol faz nos 30 segundos em que é destaque na TV. Eles ficam normalmente tão atordoados (não deviam né? fazem isso da vida…) que não focalizam a homenagem. Ao contrário, dispersam-na tanto que, se eu fosse um deles, ficaria chateado. Ora vejam o que deve passar na cabeça desses jogadores:
Nobody deserves it… nobody!
10 May
Apesar de ser um blog de família…
A música circulou ontem na internet. E logo pela manhã já fizeram um “mashup” com imagens dos eventos de ontem…
(só recebi no final do dia… estranho, pois normalmente recebo essas coisas logo nas primeiras horas…)
10 May
Se fosse
Dia de glória:
A vida é boa…
10 May
Considerações básicas sobre os eventos de ontem:
8 May
Tenho uma pendenga com o CRA-RJ. Na verdade tenho aversão, ódio, ojeriza, raiva e todos os sentimentos negativos que o dicionário me permitir.
Me inscrevi no CRA-RJ “forçadamente”, ou melhor, sem ser por livre e espontânea vontade: trabalhei num período na Federação de Comércio do RJ, pelo qual também nutro os mesmos sentimentos. Quando me contratou, indesejadamente pois iria ser contratado num movimento de renovação daquele antro, o administrador daquele latifúndio político queria encontrar uma chance para não me contratar, e me exigiu este registro.
Ora, não tinha ainda e nem iria ter. Já tinha decidido isso desde a faculdade, quando eles foram recrutar registros (na única vez que apareceram). Este conselho, diferentemente da OAB, CREA, CRM e outros poucos, não presta serviço nenhum. Vive às custas de uma o brigatoriedade de uma lei arcaica.
Então me registrei e paguei a primeira anuidade naquele longínquo ano de 1998. Desde então não voltei a pagar. Sempre que vou lá e tento cancelar minha carteira eles indeferem meu pedido pois não tenho como comprovar que não trabalho mais como administrador. Óbvio também, já que essa carreira pode fazer de tudo. Assim, terei que ficar desempregado para cancelar tal registro.
Meu ódio também vem que, anualmente, me mandam uma cobrança de um escritório especializado, me ameaçando colocar nos mecanismos de proteção ao crédito e tudo mais. Ora, não me prestam nenhum serviço e ainda por cima me ameaçam?? Morram!!!
Em breve tentarei mais uma vez cancelar meu registro. E posso tentar fazê-lo através de uma carta aberta para tentar ameaçá-los, fazê-los provar do próprio veneno, malditos.
Ainda não odiou-os? Veja só a cara dos malditos e dê-me a razão!!!
7 May
Nada mais irritante do que os Captchas da Internet. Porém, sua utilidade é enorme. Os Captchas são mecanismos indispensáveis na internet que impedem a ação de robôs e hackers, exigindo a presença de uma pessoa, pois se utilizam de um desafio visual, dificultando a ação de robôs.
A sigla de Captcha parece pernóstica: Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart. Mas, obviamente, foi forçada a definição para permitir o uso de um neologismo, derivado de Gotcha!, o que foi muito bem sacado.
Ultimamente me deparei com uns que já ultrapassaram o nível da razoabilidade. O captcha deve ser feito para qualquer um acertar, com facilidade. Não deve ser tão rebuscado que precise de ajuda de alguém. Quando o índice de acertos é menor do que 100% o captcha atrapalha mais do que ajuda.
Selecionei abaixo alguns exemplos que me incomodam:




E outros que acho muito bons…



4 May
Minha curiosidade ainda me mata. Cansado da rotina de andar de ônibus, sem um ipod ou joguinho pra matar o tempo, ampliei minha mania de bisbilhotar a vida dos outros para as viagens gávea-botafogo. Outro dia, sentado numa cadeira, atravessei o olhar para uma senhora no outro banco e vi que ela estava anotando algo que se parecia com uma lista de compras. Mas, alguns detalhes da lista me pareceram curiosos:
Isso não me parecia mais lista de compras. Atentei ao detalhe que, no alto do papel estava um nome próprio, Marco Antonio não sei de quê. Aí saquei que tratava-se de mandinga, macumba, trabalho… Passei a olhar pro outro lado
ps. Antes que venha a reprovação, faço isso mesmo. Sempre estou prestando atenção na conversa e movimentações dos desconhecidos à minha volta. Minha “desculpa” é que como não os conheço a informação chega apenas como curiosidade geral, não vira uma informação privilegiada ou invasão de privacidade. Não faço isso com amigos ou conhecidos, fiquem calmos.
3 May
Trechos do artigo de Mangabeira Unger, futuro “Ministro do Futuro”, ou, titular da SEALoPra (Secretaria Especial de Ações a Longo Prazo). O artigo é do final de 2005. Naquela ocasião o intelectual, já mostrando sua vocação do longo prazo, atacava o então presidente para ele, o dito intelectual, cavar uma oportunidade surreal como candidato à própria presidência. Vale a leitura.
“Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos.
Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas.
Imiscuiu-se, e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados. E comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos.
Afirmo que a aproximação do fim de seu mandato não é motivo para deixar de declarar o impedimento do presidente, dados a gravidade dos crimes de responsabilidade que ele cometeu e o perigo de que a repetição desses crimes contamine a eleição vindoura. Quem diz que só aos eleitores cabe julgar não compreende as premissas do presidencialismo e não leva a Constituição a sério.
…
Afirmo que o governo Lula fraudou a vontade dos brasileiros ao radicalizar o projeto que foi eleito para substituir, ameaçando a democracia com o veneno do cinismo. Ao transformar o Brasil no país continental em desenvolvimento que menos cresce, esse projeto impôs mediocridade aos que querem pujança.
Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou … “
1 May
Entro no clima do movimento MV-Brasil, conhecido pelos bordões HALLOWEEN É O CACETE! VIVA A SOBERANIA NACIONAL! e RESISTIR É PRECISO!
Por que diabos, nas homenagens póstumas ao falecido Octavio Frias, todos os veículos o lembraram e “rotularam” como publisher??? Não cabia editor? Jornalista? Livreiro? Gráfico? Empresário? Tinham que usar a palavra em inglês?
Obviamente estou sendo exagerado. Logo eu, americanófilo a beça. Possivelmente seja a melhor palavra para descrever um empresário de comunicação social. Mas TODOS os veículos que li, chamando-o de publisher, fica uma sensação de vencidos que fomos, os de língua portuguesa.
29 Apr
…na reportagem que o Fantástico acabou de apresentar, que recebeu uma tentativa de sequestro relâmpago e gravou tudo, depois apresentando uma parte de serviço, mostrando como se precaver desse tipo de crime? Não viu? Veja aqui. Ou leia a matéria aqui.
Algumas coisas eu não engoli:
Acho que a Globo não poria à risca sua integridade jornalística forjando tal situação, para atender seu perfil “Infotainment“. Pode ter acontecido, mas, se o tiver feito, é digno de uma perda astronômica de credibilidade.
UPDATE: Adicionei o link do wikipedia para a difícil palavra Infotainment e corrigi sua grafia.