I know a guy that knows a guy…
17 Aug
14 Aug
Cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos!
Voltei a esta cidade!!! Valeu a pena o período em SP, mas aqui é minha casa. E, logo de cara, vejo e vivo os problemas da cidade: hoje peguei um trânsito de uns 40minutos para cruzar apenas 3 bairros! E, no carro, volta a mania do carioca de ficar olhando para os lados a todo instante. Mas valeu a pena!
O calor, neste inverno, é que é o principal defeito.
10 Jun
Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…
Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.
9 Jun
Estou mudando o servidor desta josta…
O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente…
8 Jun
Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:
“LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”
Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.
Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.
Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!
7 Jun
Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.
Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.
Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, “profissionais da vida noturna” oferecem seus serviços em todas as esquinas.
Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM – o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.
Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.
5 Jun
Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.
Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.
Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária:
4 Jun
É realmente um luxo morar pertíssimo do trabalho. Saio de casa e em 5 minutos já estou em minha estação. Um dos problemas colaterais é que não mais posso escutar o rádio na ida ao trabalho, e acompanhar algum noticiário (CBN ou BandNews). Era um dos meus passatempos preferidos, principalmente quando o Ricardo Boechat apresentava o noticiário carioca…
1 Jun
Não sei porque. Mas aqui em SP não toca a Voz do Brasil às 19h. É injusto (quem não queria se ver livre dessa praga propagandista?). Mas deve ser um indicativo da força econômica que o estado de SP excerce na estrutura de poder no Brasil.
Ia até pesquisar o porquê disso. Mas estou cansado de pesquisa hoje.
Mas lembro que já tentaram isso no RJ, por uma época algumas emissoras poderiam trocar o horário de transmissão para 23h, contanto que mantivessem uma estrutura de notícias no ar, principalmente sobre o trânsito. Mas não vingou por muito tempo. Espero que um dia volte, ou adote-se o modelo paulista por todo o Brasil.
30 May
Diziam que era a invenção mais civilizada a se fazer (como o foi, também a proibição de fumo nos aviões e a marcação de lugares na ponte aérea). Porém, achei uma boa porcaria.
Outro dia fui ver Munique, de Spielberg, lá no Cinemark do Iguatemi. Não sabia dessa novidade. Quando o bilheteiro me perguntou qual lugar queria cheguei a olhar pro lado pra saber se era pegadinha
. O filme já estava em cartaz há algum tempo, então não havia nenhum motivo para isso. Mas, escolhi lá o lugar que o bilheteiro indicou como sendo o melhor.
A sala estava completamente vazia quando cheguei. Não fazia o menor sentido aquilo tudo. Porém, caxias como sou, fui lá pro meu lugarzinho, que afinal não era o melhor da sala. Resolvi arriscar então: mudei pra duas poltronas pro lado. O cinema não encheu mas, como era de se esperar (e como o bilheteiro sempre indicava o melhor lugar disponível) ficamos uns 15 carinhas, tudo amontoados na mesma seção do cinema enquanto outros lugares permaneciam vazios. E, euzinho, ainda tive que sair do lugar que eu tinha roubado.
Achei até a iniciativa válida, mas apenas para os blockbusters nas primeiras semanas.