I know a guy that knows a guy…
17 Sep
Acabei de fazer um post sobre um veículo americano e seus anunciantes… Em compensação, o Meebo veicula aqui no Brasil um anúncio de “More e Trabalhe nos EUA”… O mercado tem que evoluir demais por aqui…

16 Sep
Hoje tive uma grata surpresa. Há alguns meses, desde quando redesenhou seu serviço, baseado em uma pesquisa com seus usuários, o Meebo começou a publicar anúncios relevantes em sua página principal, aquela onde todos seus usuários ficam para poder falar com seus buddies de instant messengers.
Já tinha comentado no twitter sobre isso quando vi, em primeira mão, o novo clip do Metallica. Muito bacana mas não tinha visto, ainda, uma ação que não fosse do mercado de entretenimento. Já vi lançamento de filmes (Hulk) e musicais (Rihanna, Metallica). Mas hoje vi um anúncio das Havaianas! Elas mesmas, as legítimas, só que quem veiculava era sua operação americana (www.havaianasus.com).
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A experiência do usuário num formato como esse é excelente:
A única pena é que o meebo devia conhecer melhor o público (eu estou no Brasil, não deviam me mostrar um anúncio americano). Mas a aposta em formatos especiais mostra um amadurecimento do mercado de anunciantes e de veículos (pelo menos nos EUA).
15 Sep
Sempre gostei muito da MrCat. Certamente sou cliente há mais de 15 anos, quiçá 20. Só que ultimamente percebo uma qualidade declinante dos produtos deles e me vejo refém de seus produtos, principalmente porque no segmento em que atuam não há concorrência praticamente.
Em 12 de Junho de 2008 enviei a mensagem abaixo pelo site da MrCat. Até hoje estou sem resposta. Desde aquela data, o site já foi atualizado para a nova coleção (verão 2009) mas acho que deram o mesmo destaque para a indefectível seção de “fale conosco”. Espero que com o link que dou pra eles agora eles venham a se manifestar. (Isto é, se souberem o que é link!)
Há muito venho tentando escrever esse e-mail… Venho reclamar sobre a queda geral de qualidade dos sapatos que compro na Mr.Cat… Já devo ter comprado uns 100 pares de sapato na Mr.Cat, há mais de 10 anos. Eu mesmo já tive mais de 60 pares, imaginando por baixo.
Ultimamente TODOS os sapatos que compro, normalmente da linha esporte / casual, têm se deteriorado rapidamente. As solas normalmente sobrevivem ao sapato de uma forma geral: eu tenho sapatos com a sola impecável (mostrando que não sou um grande andarilho) enquanto o couro, tecido, cadarços e, principalmente, locais de cola / junção se desgastam inutilizando o bom sapato. A cola da sola, principalmente, é o pior… O sapato fica logo parecendo um jacaré, com uma parte solta…
Lamento que a MrCat tenha diminuído a qualidade do produto. É a principal referência em calçados no rio e faltam-nos opções… Parece que a empresa, sabendo disso, aproveita-se tentar rentabilizar mais, diminuindo a qualidade (e controle de qualidade) em função da baixa concorrência.
Provavelmente continuarei comprando na Mr.Cat, mas a paixão que tinha pela marca e lojas diminui a cada dia.
12 Sep
Esse é um teste para o BlogBlogs.Com.Br
Voltemos com nossa programação normal.
7 Sep
Pra quem não sabe: é hoje. A data mais importante no calendário deste país estranho chamado Brasil. Nessa data (na verdade, durante a semana inteira) comemora-se a Independência do Brasil que, estranhamente, se desligou de Portugal ao “brado” do filho do então Rei de Portugal, como que numa versão imperial de “Rebelde sem Causa” do Ultraje à Rigor.
Quem me conhece bem sabe que sou um cínico descontente e desmotivado com esse país. Sabe, também, que sou simpático a outros países desenvolvidos, em especial aos EUA. E, fazendo uma auto-crítica, imagino que sou altamente influenciado pelos “mecanismos de imposição cultural” americanos, como o cinema e a grande mídia. Mas, mesmo assim influenciado (e possivelmente distorcido), ainda sou simpático àquela cultura.
Afinal hoje, no Sete de Setembro, estamos vivendo o mais próximo ao Quatro de Julho americano. E quanta diferença. Sem contar as enormes diferenças na origem dos dois feriados (a independência americana um claro movimento popular enquanto a brasileira algo muito mais doméstico), o que sempre me incomodou foi a reação popular na comemoração da data festiva. Aqui, em minha infância, influenciado por uma ditadura, faziam-se desfiles militares para impressionar ainda mais a população, que assistia passivamente ao sinal de força. Lá, o que sempre vi (uma vez ao vivo) era uma manifestação individual e coletiva, um desejo claro de compatriotas de se “regozijar” uns com os outros, lembrando o passado e confortando-se de que naquele passado estava a base de seu futuro.
Hoje estive no Forte de Copacabana pra tomar um café da manhã na Colombo, Forte militar, diga-se de passagem. Ao final fomos à própria fortificação, pra quem não sabe, uma pedra enorme na qual foi instalado um canhão ultrapotente, pra proteger a entrada marítima da cidade. Veja aqui no Google Maps. Ora, lá do alto da pedra, percebemos uma movimentação de navios “de guerra” brasileiros, num desfile naval que vem se tornando tradição nos últimos anos. Eram uns 6 ou 7 (tirei fotos nesse set do Flickr). E, na sequência, uma revoada de helicópteros militares também. Um “espetáculo” bacana, bonito de se ver até. Porém a grande maioria das cerca de 50 pessoas presentes ali naquela bela manhã não tinha a menor idéia do motivo daquilo tudo. Nenhuma bandeirinha, nenhuma demonstração de regozijo, nada. As pessoas permitiam que aquele desfile lhes passasse pela frente sem dar o menor valor. Numa demonstração do valor que a data infelizmente tem para o brasileiro, data essa que neste ano não trouxe sequer a alegria costumeira que normalmente traz, na instauração de feriadões que, esses sim, alegram essa nação.
27 Aug
Entrei no Facebook outro dia e me deparei com o seguinte banner:
Me alertou que o banner sabia que eu faço parte de um grupo Coca-Cola dentro do próprio Facebook. Nunca fui muito preocupado com o uso de minhas informações ou a minha privacidade: disponibilizo na web apenas coisas públicas, nada muito particular. Mas, esse me incomodou um pouco. Uma coisa é servir anúncios segmentados, de acordo com o meu perfil demográfico, não identificando o usuário. Outra coisa, e é o exemplo, é pegar um dado unitário e aplicá-lo num banner. É invasão de privacidade (apesar de ser um bom uso de técnicas de “mala direta”).
Fui revisar a política de privacidade e como o Facebook trata a privacidade. Uma coisa bacana é que a privacidade é tratada de forma clara (e não escondida num texto enorme que NINGUÉM lê). Porém, não enxerguei em nenhum momento que os anúncios terão acesso ao meu perfil. A área de privacidade é composta de Perfil, Busca, News e Mini-feed e Applications. Na área de Profile minhas opções são de mostrar minhas informação de contato e perfil APENAS para minhas networks (ali incluso uma da Coca-Cola) e amigos. E, na área de Applications, mostram os applications tem acesso ao meu perfil, incluindo as networks que faço parte. Porém, o que estava acessando o perfil era uma peça de mídia, e não um application. E, lá em Privacy > Applications do Facebook existe a informação que não será vendida minha informação pessoal (abaixo o grifo NÃO é meu):
Please note:
Eu até imagino que o tal anunciante não esteja armazenando essa informação. Mas o próprio uso da informação é praticamente um “aluguel” e se alguém está levando alguma vantagem financeira com minha informação eu não concordo com isso.
Ponto negativo para o Facebook, que recentemente alcançou a impressionante marca de 100milhões de usuários.
12 Aug
Olha só… eu gastando minha mufa pra procurar o mapa dos estádios em Pequim, e ele está aqui, todo pomposo, direto no Google.
Eu estava achando que os estádios estariam mais próximos à Cidade Proibida… Mas estão mais ao norte, pelo menos as principais construções (o Ninho de Pássaro e o Cubo d’Água).
Update: O mapa não coube no meu template, nem encontrei alternativas… Então, vamos ao link, apenas…
11 Aug
Como prometido, mapeei todos os Estádios 5 estrelas da UEFA, segundo a lista da wikipedia (impossível achá-la no próprio site da UEFA!)
Bem distribuído ao redor da Europa, tem maior concentração, logicamente, nos países mais ricos, como Alemanha (6) e Grã Bretanha (4). A Espanha, quinto maior PIB da Europa, também tem 4 estádios na lista, como prova de que vem investindo muito no futebol nos últimos 20 anos (e recentemente a levou a conquistar a Eurocopa depois de mais de 40 anos!). Curioso é a Turquia aparecer com 2 estádios, no mesmo patamar que a Itália, dona de 4 títulos mundiais e atual campeã do mundo. A França, terceiro maior PIB europeu, reflete sua pouca tradição futebolística com apenas 1 estádio na lista.
Interessante também notar, nesse período de olimpíadas, que nada menos do que 8 estádios são frutos de esforços olímpicos: 6 deles foram utilizados em jogos recentes. Porém o Estádio Olímpico de Sevilla e o Estádio Olímpico Atatürk Turquia foram construídos para (fracassadas) candidaturas olímpicas. Bacana né? Enquanto isso, já temos um evento fechado (Brasil 2014) e uma candidatura olímpica (Rio 2016) em que os projetos nada mais são do que papéis. Papelão…
9 Aug
Desde que comprei o iphone (que é meu primeiro MP3 player também) comecei a adotar alguns hábitos, como o microblogging (via twitter e escutar músicas em meus traslados entre casa e trabalho.
Como trabalho com internet e mídias digitais, tenho a vocação de ser um power user e multiconectado dos serviços tecnológicos, bem como recentemente o Interney (Edney) falou recentemente em seu blog.
Evoluí das músicas para os podcasts. E descobri um mundo novo. Apesar de ainda assinar muito poucos, a maioria de temática profissional, vejo muito poder nesse formato de mídia (que só é novo pra mim), num nível de comunicação entre veículo e audiência MUITO mais próximo. Quem nunca achou-se amigo de seu locutor de rádio preferido? No Brasil, os maiores comunicadores sempre vieram do rádio. E ainda detêm uma força muito grande.
No podcast esse poder é muito maior. Se no rádio a audiência é enorme, deixando o público mais heterogêneo, no podcast, na parte mais baixa da cauda longa, o público é muito mais homogêneo. Você, como audiência, entende / sabe que aquele conteúdo foi desenvolvido especialmente pra você (ou pra um grupo de pessoas que certamente tem interesses muito próximos ao seu).
Dos podcasts profissionais que tenho assinado destaco o do Brainstorm#9 (Braincast ou BraincastTV), o da Bullet (Podbilitty), o da Espalhe (Podcast de Guerrilha) e o Podcrer, de Michel Lent e Vicente Tardin. Alguns (como esses dois últimos) tem uma atualização sofrível (se seus autores lerem os trackbacks, essa é uma crítica construtiva!!!). Porém os outros dois têm me trazido uma dose (quase) mensal com boas discussões do que acontece no mercado publicitário e digital brasileiro.
Mas o que mais têm me divertido são os podcasts não-profissionais que assino para diversão (obrigado GFortes). Assinei o RadarPOP e o Nerdcast. Ambos têm como temática o mundo pop, sendo que o último com forte pitada nerd (duh!). Não leio o Jovem Nerd, nem sequer o tenho como um veículo qualificado. Mas um dia, gostei tanto da participação do dito cujo no RadarPop que decidi assiná-lo. Que bela decisão!
Definiria o Nerdcast como um papo entre amigos de bar. Tudo parece ser sem censura (apesar dos irritantes bips), sem ordem ou sem pauta. Mas não. Os participantes parecem que estudam a fundo o tema com antecedência, seguem uma pauta (ou um checklist de comentários indispensáveis) e o resultado é diversão COM informação. Impressionante o que aprendi nos últimos dias sobre Batman, Animações nos anos 80 ou mesmo a Guerra do Vietnã! Esse último, em especial, foi hilário. E, sempre recheado pela informação. Nunca me interessei pelo assunto, nem mesmo entendi, ao ver o tema do dia, porque um podcast de nerds iria falar desse tema. Ora, a guerra influenciou MUITO a cultura pop dos anos 70 e 80, com uma série de produções audio-visuais e de entretenimento e lazer inspiradas na guerra: GI-Joes, Rambo, Platoon, Apocalypse Now, etc. Tudo teve como motivação A guerra onde os EUA saíram perdedores!
Pesquisei (pouco) sobre o que a “velha mídia” já beliscou desse formato. Vi alguns na Veja (o do Diogo Mainardi é interessante) ou mesmo alguns na OiFM. O formato serve à velha mídia para mostrar um complemento do conteúdo, e deve ser encarado como oportunidade. Mas, me parece que não o fazem. Um exemplo é um dos líderes de audiência do rádio carioca, que é o programa Rock Bola. Ele está dentro da OiFM mas não disponibiliza seus programas (ou programetes, ou spin-offs) em podcast. Acho de uma mentalidade tacanha, medo de uma mídia que, na cabeça de seus produtores, reduziria a audiência da rádio).
Sugiro a quem não entrou na onda, que entre!
3 Aug
Recentemente fui ao Engenhão, grande maravilha da nossa engenharia nacional (nossa, que complemento ufanista, nem parece eu…). Relatei que o Estádio é uma beleza e decidi gastar alguns minutos unindo duas formas de entretenimento que tenho: ir a estádios ver o Flusão jogar e viajar pelo Google Earth / Maps. Além disso, gosto muito de arquitetura (que seria minha profissão fake, assim como George Costanza).
Resolvi criar um mapa com o link de todos os estádios utilizados regularmente na Série A do Brasileirão em 2008. Coloco esse mapa abaixo, só para compartilhar um pouco de meus momentos de distração na internet. Não deve ser inédito, mas gostei de fazer.
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Curioso é que alguns estádios reconhecidamente extraordinários, como o Engenhão ou o Arena da Baixada, parecem encravados no meio de um local não apto a receber um estádio de sua magnitude. O Maraca, por outro lado, apesar de super bem localizado, sofre por estar encravado no meio do Rio de Janeiro, onde o trânsito já é um caos por sua própria natureza!!!
Já estou montando um mapa com os UEFA 5 Star Stadiums, que é a seleção dos principais estádios europeus, capazes de sediar grandes eventos. Em breve posto esse novo mapa.