Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

Archive for September, 2008

Em compensação no Brasil

Acabei de fazer um post sobre um veículo americano e seus anunciantes… Em compensação, o Meebo veicula aqui no Brasil um anúncio de “More e Trabalhe nos EUA”… O mercado tem que evoluir demais por aqui… 
Meebo no Brasil

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  • Havaianas anunciando no Meebo.com

    Hoje tive uma grata surpresa. Há alguns meses, desde quando redesenhou seu serviço, baseado em uma pesquisa com seus usuários, o Meebo começou a publicar anúncios relevantes em sua página principal, aquela onde todos seus usuários ficam para poder falar com seus buddies de instant messengers.

    Já tinha comentado no twitter sobre isso quando vi, em primeira mão, o novo clip do Metallica. Muito bacana mas não tinha visto, ainda, uma ação que não fosse do mercado de entretenimento. Já vi lançamento de filmes (Hulk) e musicais (Rihanna, Metallica). Mas hoje vi um anúncio das Havaianas! Elas mesmas, as legítimas, só que quem veiculava era sua operação americana (www.havaianasus.com).

    A experiência do usuário num formato como esse é excelente:

    • Não é intrusiva: está abaixo da página principal, ocupando o espaço de um superbanner convencional.
    • Funciona como um banner expansível, o usuário decide se quer ver mais
    • Após aberto, o banner é praticamente um hotsite, não tem limites de peso (tinha 3 videos embedded para escolher)

    A única pena é que o meebo devia conhecer melhor o público (eu estou no Brasil, não deviam me mostrar um anúncio americano). Mas a aposta em formatos especiais mostra um amadurecimento do mercado de anunciantes e de veículos (pelo menos nos EUA).

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  • MrCat

    Sempre gostei muito da MrCat. Certamente sou cliente há mais de 15 anos, quiçá 20. Só que ultimamente percebo uma qualidade declinante dos produtos deles e me vejo refém de seus produtos, principalmente porque no segmento em que atuam não há concorrência praticamente.

    Em 12 de Junho de 2008 enviei a mensagem abaixo pelo site da MrCat. Até hoje estou sem resposta. Desde aquela data, o site já foi atualizado para a nova coleção (verão 2009) mas acho que deram o mesmo destaque para a indefectível seção de “fale conosco”. Espero que com o link que dou pra eles agora eles venham a se manifestar. (Isto é, se souberem o que é link!)

    Há muito venho tentando escrever esse e-mail… Venho reclamar sobre a queda geral de qualidade dos sapatos que compro na Mr.Cat… Já devo ter comprado uns 100 pares de sapato na Mr.Cat, há mais de 10 anos. Eu mesmo já tive mais de 60 pares, imaginando por baixo.
    Ultimamente TODOS os sapatos que compro, normalmente da linha esporte / casual, têm se deteriorado rapidamente. As solas normalmente sobrevivem ao sapato de uma forma geral: eu tenho sapatos com a sola impecável (mostrando que não sou um grande andarilho) enquanto o couro, tecido, cadarços e, principalmente, locais de cola / junção se desgastam inutilizando o bom sapato. A cola da sola, principalmente, é o pior… O sapato fica logo parecendo um jacaré, com uma parte solta…
    Lamento que a MrCat tenha diminuído a qualidade do produto. É a principal referência em calçados no rio e faltam-nos opções… Parece que a empresa, sabendo disso, aproveita-se tentar rentabilizar mais, diminuindo a qualidade (e controle de qualidade) em função da baixa concorrência.
    Provavelmente continuarei comprando na Mr.Cat, mas a  paixão que tinha pela marca e lojas diminui a cada dia.

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  • Testando o BlogBlogs

    Esse é um teste para o BlogBlogs.Com.Br

    Voltemos com nossa programação normal.

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  • Sete de Setembro

    Pra quem não sabe: é hoje. A data mais importante no calendário deste país estranho chamado Brasil. Nessa data (na verdade, durante a semana inteira) comemora-se a Independência do Brasil que, estranhamente, se desligou de Portugal ao “brado” do filho do então Rei de Portugal, como que numa versão imperial de “Rebelde sem Causa” do Ultraje à Rigor.

    Quem me conhece bem sabe que sou um cínico descontente e desmotivado com esse país. Sabe, também, que sou simpático a outros países desenvolvidos, em especial aos EUA. E, fazendo uma auto-crítica, imagino que sou altamente influenciado pelos “mecanismos de imposição cultural” americanos, como o cinema e a grande mídia. Mas, mesmo assim influenciado (e possivelmente distorcido), ainda sou simpático àquela cultura. 

    Afinal hoje, no Sete de Setembro, estamos vivendo o mais próximo ao Quatro de Julho americano. E quanta diferença. Sem contar as enormes diferenças na origem dos dois feriados (a independência americana um claro movimento popular enquanto a brasileira algo muito mais doméstico), o que sempre me incomodou foi a reação popular na comemoração da data festiva. Aqui, em minha infância, influenciado por uma ditadura, faziam-se desfiles militares para impressionar ainda mais a população, que assistia passivamente ao sinal de força. Lá, o que sempre vi (uma vez ao vivo) era uma manifestação individual e coletiva, um desejo claro de compatriotas de se “regozijar” uns com os outros, lembrando o passado e confortando-se de que naquele passado estava a base de seu futuro. 

    Hoje estive no Forte de Copacabana pra tomar um café da manhã na Colombo, Forte militar, diga-se de passagem. Ao final fomos à própria fortificação, pra quem não sabe, uma pedra enorme na qual foi instalado um canhão ultrapotente, pra proteger a entrada marítima da cidade. Veja aqui no Google Maps. Ora, lá do alto da pedra, percebemos uma movimentação de navios “de guerra” brasileiros, num desfile naval que vem se tornando tradição nos últimos anos. Eram uns 6 ou 7 (tirei fotos nesse set do Flickr). E, na sequência, uma revoada de helicópteros militares também. Um “espetáculo” bacana, bonito de se ver até. Porém a grande maioria das cerca de 50 pessoas presentes ali naquela bela manhã não tinha a menor idéia do motivo daquilo tudo. Nenhuma bandeirinha, nenhuma demonstração de regozijo, nada. As pessoas permitiam que aquele desfile lhes passasse pela frente sem dar o menor valor. Numa demonstração do valor que a data infelizmente tem para o brasileiro, data essa que neste ano não trouxe sequer a alegria costumeira que normalmente traz, na instauração de feriadões que, esses sim, alegram essa nação.

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