I know a guy that knows a guy…
24 Jul
Recebi outro dia um estranho e-mail de minha mãe perguntando se “eu tinha feito isso” (isso = o que estava abaixo na mensagem dela, que era uma referência à linha de comunicação do Hortifruti). Eu, que esperava que ela soubesse que NÃO trabalho no hortifruti (será que ela não sabe?
) dei pouca importância ao e-mail (desculpe mãe) e disse que não, que só tinha contribuído minimamente via Twitter para o Carlos Merigo, publicitário do Brainstorm#9. (Nota: Desde que o Twitter começou a baleiar, não é possível recuperar o twit que eu fiz pro Merigo com a informação – já passa de 3 meses)
Dias depois recebo, neste blog, o comentário de uma mãe de um amigo meu de infância (que está no meu orkut!!!), num post meu que não tinha nada a ver com o assunto, perguntando o mesmo que minha mãe: se eu era o publicitário que tinha criado a campanha do Hortifruti. Ora, liguei uma coisa a outra. Porque duas pessoas desconectas, não afeitas à internet e ao mercado publicitário, me viriam perguntar a mesma coisa?
Dando uma pesquisada no Google descobri: Algumas pessoas, a partir do post do Brainstorm#9 (que fazia uma referência ao meu comentário via Twitter) acharam que eu fosse o publicitário responsável pela campanha. E, pior, na tentativa de repercutir a nota publicada no B#9 transformaram a informação, sem manter o compromisso com a verdade. Resultado: para esses blogueiros virei um publicitário, criador da campanha e criativo da agência MP publicidade , entre outros “elogios” descabidos.
O mais chato disso tudo é que estou aparecendo ERRADAMENTE em buscas naturais no google em busca da campanha do Hortifruti da qual eu NÃO TENHO NENHUMA PARTICIPAÇÃO. Aproveito o post para pedir desculpas ao pessoal da MP Publicidade por qualquer prejuízo que possa lhe ter causado. E deixo o recado aos blogueiros
Ah, aproveitando, sou FÃ da campanha de Hortifruti… Vejam mais peças no site da agência!
22 Jul
Há séculos não posto nada. Gustavo Fortes já disse que faço posts mensais por aqui, e tenho impressão que ele está correto. Well, como diria o mestre Vitor Fasano, c’est la vie!
Como meus poucos leitores sabem SOU TRICOLOR! Vinha escrevendo sobre a saga infrutífera do Gigante Tricolor na Libertadores num blog que dividi com Lucas Dantas, A Conquista da América. Infelizmente saímos, os dois, sem a conquistá-la. E, quem acompanha futebol, e acompanhou a saga, sabe que as duas maiores notícias daquela campanha foram a ENORME festa tricolor, e a farra dos ingressos e cambistas. Infelizmente o exemplo mais recente foi do tricolor, mas temos certeza que acontece em todos os lugares.
Ouso dizer que não! Semana passada, por motivos profissionais, fui ao Engenhão, pela primeira vez, assistir BOT 4 x 0 IPA acompanhando dois gringos que aqui estavam apresentando um trabalho. Estes só confirmaram que iriam no jogo no próprio dia, o que me causou certa preocupação, visto que nunca tinha ido lá e sabia que o acesso é sua principal falha. Me preocupava também em como iria adquirir os ingressos, já que não queria chegar lá e assistir mais um desses espetáculos tristes de terceiromundismo.
Claro, o jogo era no “vazião” e tendia a ser… vazio… Foram 10mil pessoas apenas. Não era uma final, não era um time de massa, não era um clássico, era numa quarta-feira às 19:30… Tudo conspirava pra ser traqnuilo. Mas, mesmo assim, não queria correr o risco. Liguei pra um amigo botafoguense pra saber algumas dicas do acesso ao estádio que me ajudaram. Mas, a principal dica, que era pra saber do “esquema” de compra via internet, ele não podia me ajudar. Como botafoguenses são poucos, fiquei na mão. Fui então testar o serviço.
Bem, entrando na página do Botafogo, descobri o link para o site de venda de ingressos, que se chama Futebol Card que, na minha impressão, é uma spin-off da Visa que também tem acordos com o Palmeiras e Figueirense (donos de seus próprios estádios, diga-se de passagem). Achei muito estranho, pois o nome Futebol Card não me parece “confiável” ou mesmo reconhecível, visto que estamos acostumados com nomes como Ingresso Fácil (!!!) e BWA. Mas, tentei.
A mecânica é simples: você faz um cadastro, compra o ingresso (escolhendo até a cadeira em que irá sentar) e seu comprovante é o próprio cartão de crédito. Ou seja, basta chegar na catraca com o cartão que ele habilita sua entrada (e de seus possíveis até 4 convidados). Os únicos “senões” são: a venda é para uma arquibancada específica (mas grande) e só pode comprar quem tem cartão visa (duh!) e, logicamente, acesso a internet.
Tudo era simples. Tão simples que duvidei… Como pode ser tão simples a venda de um ingresso? Como pode ser tão simples entrar num estádio? Cheguei ao estádio ainda duvidando, escolado que sou dessa vida de estádios e futebol brasileiro. Qual não foi minha surpresa: FUNCIONOU! Funcionou muito bem. E, naquela arquibancada, exclusiva para esse tipo de venda, pra quem quisesse, existiam alguns terminais de acesso para efetuar a compra (self-service) na hora. Lindo. Perfeito.
Pena que não é para o meu time.