Apagão + Tempestade = Caos
Author: Leo Carbonell
6
Apr
First of all quero me desculpar com os amigos do blog pela ausência. Já me desculpei outras vezes porém o trabalho está me consãde Outubro/06 fui vítima do caos aéreo. Já voltei à ponte aérea diversas vezes desde minha volta do exílio, porém nunca tinha sido vítima, mesmo voando em datas críticas. Nesta semana ela me pegou em cheio, aliada a um dia de caos na cidade, em função de 1 tempestade galopante que atacou a cidade no meio da tarde. Cenas lamentáveis:
- O engarrafamento na cidade foi monumental, a velocidade não passava de algumas dezenas de metros por hora. Por sorte o taxista que me levava ao aeroporto, após ficar uma hora num engarrafamento na Av. Morumbi fez uns caminhos alternativos pelas ruas do Campo Belo para me deixar em frente ao aeroporto.
- Ao fazer este caminho sinuoso, mostras de que a cidade era de ninguém:
- A Av. Roberto Marinho (antiga Águas Espraiadas) estava lotada de biscateiros tentando organizar o trânsito nos cruzamentos, cobrando algumas moedas dos infelizes motoristas, assemelhando a cidade com BRs ao longo deste país.
- Inúmeras ruas internas com árvores tombadas, bloqueando a circulação
- A maior região da cidade, a Zona Sul, estava totalmente às escuras, com um blecaute que durou mais de 3 horas e…
- … atingiu também o aeroporto. Continuava meu calvário. O aeroporto funcionava apenas no gerador e o ar-condicionado estava desligado, deixando desconfortável (não pelo calor, mas pelo bafo que era gerado pelos milhares de passageiros à espera de seus vôos).
- Alguns sistemas de reserva também estavam inoperantes. Assim, a TAM atendia literalmente na mão: os agentes de aeroporto emitiam cartões de embarque manualmente. Guardei o meu para provar!
- E, obviamente, meu avião não estava lá me esperando. O vôo atrasou facilmente umas 2h, sem grandes informações do pessoal de terra da companhia aérea.
Dia para esquecer!
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