Santander | Vingança é um prato que se come frio
Author: Leo Carbonell
15
Mar
Demorou, mas minha vingança em relação ao pior banco do mundo (o Santander) saiu do forno. Veja as situações de antes e depois:
- Antes: Para transferir uma quantia de, por exemplo, R$5.000,00 para outro banco, se optasse pelo uso de DOC / TED, teria que fazê-lo em 3 parcelas, ao custo de R$8,50 cada DOC de R$2.000,00 (um de R$1.000,00). Isso porque, mesmo após minhas 2 ou 3 visitas ao banco mais trocas de fax e envio de correspondências, o maldito banco não aceita um DOC / TED acima de R$2.000,00 sem que eu o autorize expressamente. Assim, eles tinham uma operação com receita associada de mais de R$25 e com custos virtualmente nulos.
- Depois: Decidi adotar o antigo cheque. Com isso eu não tenho custo nenhum (só teria num valor maior de cheque, mas mesmo assim a tarifa para cheque superior a R$5.000,00 é de 0,13%). Por outro lado, o maldito banco tem agora custos. Mínimos, mas tem. Tem que pagar uma taxa ao sistema bancário, pelo uso da Câmara de Compensação. Além disso, tem também que pagar um funcionário da sua agência para me ligar e confirmar a emissão do cheque, o que ocupará um tempo mínimo de seu dia.
Resumo. Com sua incompetência, o maldito banco agora tem que pagar algumas frações de centavos enquanto antes de minha vingança tinha uma receita absurda de R$25. Isso por não permitir transações / autorizações efetivamente eletrônicas.
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One Response for "Santander | Vingança é um prato que se come frio"
Você esqueceu que gera CPMF com o cheque.
Se não me engano está na casa de 0,38% o que no caso de um cheque de R$ 5000,00 geraria um valor a pagar de R$19,00, ou seja, praticamente o valor que o banco leva… Só que dessa vez quem leva é o governo ladrão… É… difícil deve ser decidir qual ladrão deve levar sua grana hoje em dia… A concorrência é grande
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