Ontem assisti à 41ª edição do Super Bowl, a final da liga americana de Football (NFL). A experiência foi um pouco reduzida pois não pude ver os famosos comerciais da TV americana, neste que é o espaço mais caro da TV mundial. Mesmo assim foi gratificante.

Quero dizer, assisti os dois primeiros quartos apenas e o show do intervalo. Só hoje consegui ver que o Indianapolis Colts venceu o Chicago Bears por 29 a 17. Estava torcendo pelo perdedor pois, logo no primeiro lance do jogo, numa corrida alucinante, marcou o primeiro touch-down, fato raríssimo e absolutamente emocionante.

Em seguida apreceu um jogo de várzea, com vários erros provocados pela chuva, fato raríssimo também num jogo tão esperado. Logo o Colts se impôs, virou o jogo e (mesmo eu não tendo visto) abriu grande vantagem pra vitória.

Fomos ao show do intervalo. Que é muito mais do que um show! É exuberante. Num espaço de 30 minutos eles montaram (e desmontaram) um palco para o Prince tocar. E o palco não era apenas um tablado… Não, seria muito óbvio! Era um palco enorme, no formato do logotipo do Prince (teve uma época que aquela forma era seu nome!), com cenografia e show de fogos sincronizados com a música! Além disso, colocaram cerca de uns 200 fãs dentro de campo para dar um efeito visual de multidão, que se juntaram a uma “marching band” cenográfica no gramado, produzindo um efeito visual deslumbrante.

Os americanos sabem mesmo montar um espetáculo de entretenimento!