Início de ano a gente sempre se divide entre os vários calendários que recebemos como brinde no final do ano anterior, escolhemos o que é o mais adequado para a estação de trabalho, quer pela estética ou por motivos práticos. Os mais antigos tem o costume de chamá-lo de folhinha, mas esse é um hábito que eu não tenho.

Eu costumo usar um chamado redoma, que é um calendário financeiro (não apenas mostra os dias na agenda, mas conta quantos dias (úteis e corridos) se passam entre as datas. Não o uso por motivos financeiros: me acostumei a ele pois ele mostra todas as datas dos próximos 12 meses, o que é muito útil para gerenciar projetos (meu atual trabalho) ou identificar as demandas futuras em mercados altamente sazonais (meu trabalho anterior).

Todos os calendários comuns são muito criativos, bonitinhos e tal. Alguns realmente se sobressaem. Nisso lembro que alguém terá aprovado o layout de cada calendário. Quem trabalha com marketing sabe como é o processo de aprovação de peças… Vai, volta, vai de novo até que se chegue ao produto final esperado. Mas, aprova-se o layout e a funcionalidade. Mas fiquei pensando outro dia…:

  • Será que alguém aprova o “conteúdo” do calendário?
  • Alguém confere, dia a dia?
  • Alguém já viu calendário impresso errado?
  • A editora terá direito a refação (custo extra de impressão), caso seja impresso errado (pois ela pode alegar que esteve sujeito a aprovação formal)?
  • Quem é/são o(s) responsável(is) pelo erro? O contratante (que não conferiu) ou o contratado (que deveria prezar pela qualidade)?
  • Será possível processar a empresa por perdas e danos? (principalmente os usuários do calendário financeiro?)

Advogados e Marketeiros, ponderem seus pontos de vista! :-)