Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

Archive for November, 2006

Continuando

Continuando um post anterior, confirmando meu ponto, já perceberam que em vários estados a referência a símbolos estaduais (como a bandeira) é muito grande?

  • Em SP as calçadas são desenhadas com a forma do mapa do estado
  • Ainda em SP os bancos locais têm sempre a referência das cores vermelha, branca e preta, as mesmas da bandeira ou o mapa do estado.
  • Em Minas o triângulo da bandeira e a própria bandeira é vista em vários cantos das cidades.
  • É comum vermos a bandeira do RS em carros, aqui no rio mesmo.
  • Nos estádios, antes das partidas, os gaúchos cantam o hino estadual.

Aqui no Rio tenho dúvidas se reconheceria a bandeira do estado ou se a confundiria com a da prefeitura. :) O Banerj era verde e nunca ouvi o hino estadual aqui no RJ.

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  • Aeroportos

    Outro dia uma notícia no Globo mostra que o faturamento das lojas de aeroporto aumentou consideravelmente nesses dias de apagão aéreo. Além no aumento das vendas os comerciantes devem ter aproveitado e reajustado seus preços, tornando-os ainda mais abusivos. Como bem disse o Seinfeld!

    Episode: The Limo
    Setting: Nightclub

    Do you think that the people at the airport that run the stores have any idea what the prices are every place else in the world? Or do you think they just feel they have their own little country out there and they can charge anything they want? You’re hungry? Tuna sandwich is nine dollars. You don’t like it; go back to your own country. I think the whole airport airline complex is a huge scam just to sell the tuna sandwiches. I think that profit is what’s supporting the whole air travel industry. I mean think about it; the terminals, the airplanes, it’s all just a distraction so that you don’t notice the beating that you’re taking on the tuna.

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  • Kilt

    É, estive nessa sexta numa festinha infantil, como num final de semana qualquer.

    Lá estava ele, pai de um dos coleguinhas, vestido de kilt e uma camiseta de Johnnie Walker. O mundo realmente está mudado.

    Passado o choque, peguei uma coxinha de galinha. Vida que segue!!!

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  • Diversidade Regional

    Nos últimos 3 anos, por motivos profissionais, tenho aprendido muito com a convivência de pessoas vindas de outros estados. Eu mesmo fui um desse, durante meu período no exílio. E vi uma grande diferença entre os cidadãos de vários estados e os cidadãos do estado do Rio: uma identificação muito forte com seu estado natal, enquanto aqui no Rio isso é muito fraco. Nossa relação aqui é com a cidade, que tem a vocação de estado / capital.

    Todos esses representantes traziam um orgulho regional muito grande:

    • Os gaúchos, em seu discurso “separatista, como todo gaúcho”.
    • Mineiros mostram que lá tudo é muito mais bonito (especialmente as mulheres).
    • O paulista com sua megalomania, de que o Brasil é SP e a “rapa”.
    • Paranaense contando vantagens de sua economia pujante, não apenas ligada a agricultura, mas apontando grandes grupos econômicos.
    • Os paraibanos, destacando as qualidades de se morar a meia hora de Recife e meia hora de Natal.
    • Os pernambucanos apontam a força do Cesar (polo tecnológico de Recife).
    • Os baianos, donos de grande parte dos negócios brasileiros, destacando seus filhos ilustres (Daniel Dantas, Nizan, Odebrecht, etc).
    • Goianos mostrando as maravilhas do Planalto Central.

    Enquanto isso, nós fluminenses, com poucas sentimentalidades em relação ao estado. Um bom exemplo disso é você pensar no niteroiense e o carioca: apenas a Baía nos separa mas temos poucas coisas em comum, é como se fôssemos de dois estados diferentes.

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  • Supermercado popular

    Outro dia fui num supermercado popular. Prezunic do catumbi. Essa é a vida de um assalariado da Classe Média: procurar o supermercado mais barato. Lembro que no começo do meu casamento, assalariado mas sem o custo de uma uma famílila, comprávamos só no Zona Sul, muitas vezes pela internet, comprávamos só coisa de marca… Era uma beleza! Agora a realidade é outra!

    Bem, supermercado popular ninguém merece. É o cara das ofertas-relâmpago anunciando no microfone, entremeando a programação de um CD do Roupa Nova alto (não era som ambiente), tendo que desviar do público que abarrota o supermercado. E olha que fui já era mais de 21h! E ainda estava cheio.

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  • Museu nacional

    Outro dia fui ao Museu Nacional com meus filhos. Tinha que ensiná-los a não ter medo de múmias (estavam vendo um episódio de Scooby Doo e ficaram com medo das múmias).

    Programa legal, eu nunca tinha ido. Porém mostra-me que nossos museólogos não devem ter frequentado nenhum dos museus-espetáculo que existem no mundo, com instalações interativas, com farta exibição de informações e situações, qualquer que seja seu tema. O Museu Nacional apresenta seu acervo de forma fria. Claro que é uma questão de verba, que museus sofrem com a falta de investimento e visitantes. Mas acredito que também falta criatividade a seus curadores. De uma forma geral não lembro de ter visitado um excelente museu aqui.

    Outro problema enfrentado pelo Museu Nacional é sua infra-estrutura abandonada. Enquanto algumas salas, patrocinadas pela BR ou outras empresas estavam bem montadas, outras (em exposição!!!) mostravam mofo, reboco, falta de conservação do piso e das paredes. Triste, visto que a construção é belíssima.

    Um último problema que enxerguei foi a visitação. No mesmo dia, na Quinta, estava acontecendo um show gospel de uma rádio. Nesse dia lota o museu, com seu ingresso a R$3. Porém, o comportamento da maioria desse público que deu uma esticada pro museu é lamentável. Correm, gritam, andam em blocos. Atrapalham os outros. Estou sendo preconceituoso, evidente. Público mal educado frequenta também os cinemas e shoppings da zona sul. Porém, foi uma constatação que tive naquele dia.

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  • Em construção

    Hoje, voltando do jogo, passei em frente ao novo Shopping Leblon, que está em fase final de construção. Como eu estava de ônibus, consegui ter uma boa olhada na fase final de acabamento, nos rápidos 30 segundos que fiquei em frente à obra. Será um shopping diferente, pois é muito grande, e tenho dúvidas quanto a seu sucesso imediato. Porém, o que mais me interessou foi a obra mesmo. Homem tem isso: gosta de falar de negócios e de obras. Lembrou-me um dos primeiros episódios de Seinfeld.

    Episode: Male Unbonding
    Setting: Nightclub

    JERRY: Most men like working on things, tools, objects, fixing things. This is what men enjoy doing. Have you ever noticed a guy’s out in his driveway working on something with tools, how all the other men in the neighborhood are magnetically drawn to this activity. They just come wandering out of the house like zombies. Men, it’s true, men hear a drill, it’s like a dog whistle. Just.. you know, they go running up to that living room curtain, “Honey, I think Jim’s working on something over there.” So they run over to the guy. Now they don’t actually help the guy. No, they just want to hang around the area where work is being done. That’s what men want to do. We want to watch the guy, we want to talk to him, we want to ask him dumb questions. You know, “What are you using, the Philips head?” You know, we feel involved. That’s why when they have construction sites, they have to have those wood panel fences around it, that’s just to keep the men out. They cut those little holes for us so we can see what the hell is going on. But if they don’t cut those holes - we are climbing those fences. Right over there. “What are you using the steel girders down there? Yeah, that’ll hold.”

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  • Namoro ou Amizade

    Não é meu caso, pois há muito não começo a namorar ninguém :P … Mas hoje me veio a cabeça um clássico Seinfeld Quote, de um dos episódios mais clássicos.

    Episode: The Virgin
    Setting: Jerry and George at Monk’s

    Jerry: So, are you gonna go out with her?
    George: I might.
    Jerry: What about Susan?
    George: What? I’m not married. I’m not allowed to go out with somebody else?
    Jerry: Depends.
    George: Depends on what?
    Jerry: On many factors.
    George: Like what?
    Jerry: Well, how long you’ve been seeing her. What’s your phone call frequency? Are you on a daily?
    George: No. Semi-daily. Four or five times a week.
    Jerry: What about Saturday nights? Do you have to ask her out, or is a date implied?
    George: Implied.
    Jerry: She got anything in your medicine cabinet?
    George: There might be some moisturizer.
    Jerry: Ah hah. Let me ask you this. Is there any tampax in your house?
    George: (Pause) Yeah.
    Jerry: Well, I’ll tell you what you’ve got here.
    George: What?
    Jerry: You got yourself a girlfriend.
    George: Ah, no, no. Are you sure? A girlfriend?
    Jerry: I’m looking at a guy in a semi-daily with tampax in his house and an implied date on Saturday night. I would like to help you out, but…
    George: Would you believe my luck? The first time in my life I have a good answer to the question, “What do you do?” and I have a girlfriend. I mean, you don’t need a girlfriend when you can answer that question. That’s what you say in order to get girlfriends. Once you can get a girlfriend, you don’t want a girlfriend, you just want more girlfriends.
    Jerry: You’re going to make a good father someday.
    George: Well it’s not fair, Jerry. It’s just not fair. All right, all right. That’s it. I’m getting out of this thing.

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  • Ontem um feito extraordinário: um brasileiro ganhou uma das principais competições de atletismo do mundo, a Maratona de Nova York. Extraordinário não por que é um brasileiro, mas vencer essa prova, talvez a mais importante do calendário, é um feito histórico. E, sendo Brasileiro, no país do Futebol, torna o feito ainda maior.

    No Brasil, apesar de pouco apoio, existem algumas empresas que investem no atletismo. Entre as mais conhecidas estão a Brasil Telecom, o Pão de Açucar e a BM&F. Ora, o ganhador de ontem era um atleta patrocinado pelo Pão de Açucar. E, além da satisfação com que a empresa deve ter recebido a notícia que premia seus esforços em marketing social, a empresa certamente esperava algum crédito em marketing-marketing: exposição da marca, provavelmente na primeira página de todos os jornais. Bem, os jornais estamparam a foto, o Globo publicou também, porém o resultado não foi o esperado. Quem produziu a camisa do atleta escolheu o melhor lugar, preencheu a camisa toda com a marca da empresa… Só não lembrou do número de inscrição do corredor a tampar todo o emblema da empresa de Abílio Diniz. :)

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  • 24h - Top Catch Phrases

    1. Right now, it´s our only lead
    2. Hundreds of thousands of lifes are at stake here
    3. Bring me up to speed
    4. You’re going to tell me what I want to know, it’s just a question of how much you want it to hurt.
    5. How much intel have we gotten so far?
    6. He´s prep’ing the tactical team
    7. We have to set a perimeter
    8. The site has been secured
    9. NOW! GO! GO! GO!
    10. My name is Jack Bauer, and this is the longest day in my Life!
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