Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

Archive for October, 2006

24h - Jack Bauer rules

Me tornei fã incondicional de 24h, um dos seriados de ação mais populares nos EUA. Nunca fui de assistir seriados ou filmes de ação, sempre preferi as sitcoms. Porém, impulsionado pela influência de amigos comecei a ver o seriado no ano passado, durante minhas férias. De cara peguei 2 temporadas completas em DVD e consumi vorazmente.

Porém tive dificuldade de assistir as temporadas seguintes, perdi contato diário com o GG, meu fornecedor de DVDs e deixei pra lá. Agora, com minha internet turbinada, tratei logo de baixar as 3a e 4a temporadas e já estou chegando no final da 4a, também consumida com apreensão e fixação. Já estou baixando a 5a pois a 6a temporada está chegando e quero aproveitar e ver praticamente “ao vivo”.

A quem não conhece, 24h trata, em 24 episódios de 1 hora, de um dia onde há uma grave crise terrorista nos EUA e como a CTU (fictícia agência anti-terrorista americana) e outros mecanismos de defesa se comportam para dirimir o perigo. A série já tratou, nas primeiras temporadas, da tentativa de assassinato de candidatos a presidência, da tentativa de ataque nuclear nos EUA, do tráfico de drogas ameaça de ataque biológico e de um ataque ao próprio presidente dos EUA em seu Air Force One. Todos são, obviamente, resolvidos em 24h pela CTU de Jack Bauer, herói maior.

A série é fantástica. Nos próximos dias postarei, porém, algumas curiosidades sobre os episódios que já vi.

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  • Meryl Streep

    Ontem fomos ver O Diabo Veste Prada, com atuação espetacular da Merryl Streep. Há muito não via um filme com ela e voltar a vê-la atuando me lembrou de mais um Seinfeld Quote. O assunto é picante!

    Epdisode: The Mango
    Setting: Jerry’s apartment

    (Kramer is lighting his cigar on the stove)
    KRAMER: (lighting his cigar on the stove) She was probably joking.
    JERRY: No no, it was no joke.
    KRAMER: She didn’t have any?
    JERRY: No. None.
    KRAMER: She faked ‘em all.
    JERRY: Faked ‘em all.
    KRAMER: Well so she faked ‘em, so what?
    JERRY: The woman had an orgasm under false pretences. That’s sexual perjury.
    KRAMER: You know I heard her screaming from my apartment? She woke me up a few times.
    JERRY: How did she do it? She’s like Meryl Streep this woman. And I had to work the equipment. I’m not unskilled, I’m in the union. If she’d at least told me, maybe I could have done something about it.
    Setting: (another) restaurant

    JERRY: Satisfied?
    ELAINE: (moaning after finishing dinner) Hey, you know what? You wanna go see that new Meryl Streep movie?
    JERRY: Meryl Streep?
    ELAINE: You don’t like her?
    JERRY: Ah, she’s okay.
    ELAINE: I love her Jerry, she’s so authentic. I really believe everything is actually happening to her. There’s no acting there.
    JERRY: Yeah. You don’t want coffee or anything do you?
    ELAINE: I really admire actors, you know. It’s just such an incredible skill.
    JERRY: Yeah, yeah, can we get off of this?
    ELAINE: What’s the matter?
    JERRY: Nothing.
    ELAINE: You’re not still thinking about that are you?
    JERRY: Nooo.
    ELAINE: Oh good.
    JERRY: Give me another shot!
    ELAINE: What?
    JERRY: Another shot, I want another shot.
    ELAINE: You mean…?
    JERRY: Yes!
    ELAINE: Oooh no, I don’t think so.
    JERRY: Come on! One shot, I can do it, I know I can do it!
    ELAINE: Jerry, we’re friends! We can’t do that, it would ruin our friendship.
    JERRY: Oh friendship… friendship, shmanship .
    ELAINE: Jerry no, that’s important to me.
    JERRY: We won’t ruin the friendship.
    ELAINE: Yes we will!
    JERRY: Elaine…
    ELAINE: No Jerry, it is out of the question. You know what sex does to a friendship, it kills it.
    JERRY: A half hour, give me a half our.
    ELAINE: No!
    JERRY: Okay, fifteen minutes. I guarantee you fifteen minutes, I can make it happen!
    ELAINE: No!
    JERRY: You’re worried I’ll be able to do it aren’t you?
    ELAINE: What, no, it doesn’t matter. Jerry, I don’t care.
    JERRY: That’s it, that’s it. You like having this over me, you don’t want me to do it.
    ELAINE: That is so ridiculous.
    JERRY: Come on, Elaine!
    ELAINE: No.
    JERRY: Elaine?!
    ELAINE: No!
    Setting: Jerry’s car

    JERRY: Well good night.
    ELAINE: I still don’t understand why we had to walk out on that movie.
    JERRY: Oh that Meryl Streep, she’s such a phony baloney.
    ELAINE: Goodnight. Thanks for a really fabulous evening (sarcastic).
    JERRY: Oh what, you’re upset?
    ELAINE: Yes I’m upset, can’t you tell?
    JERRY: No I can’t, maybe you’re faking.
    ELAINE: I’m really, really sorry I told you that.
    JERRY: I’m sorry too.
    ELAINE: Well stop being such a baby.
    JERRY: You’re a baby!
    ELAINE: You’re a baby!

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  • Seinfeld Quote do Friends

    Tenho falado muito inglês em minha nova aventura profissional. É muito bom, desenferruja. Às vezes cansa, é verdade, mas é bom.

    Uso algumas expressões em meu dia a dia que, às vezes, suponho que já estejam em desuso. Por exemplo, uma forma imperativa do tipo: “John Brown is to go to the supermarket”, no entendimento que é uma tarefa imprescindível. Bem, não sei se ainda é usado, mas aprendi isso oficialmente. O lance é que deixei de ter instrução formal em inglês há mais de 10 anos, o que eu sei é de uso corriqueiro adicionado de meus hábitos de TV paga.

    Bem, nessa história de inglês lembrei-me de um quote de Friends e um comentário sobre essa língua simplista. Sei que a seção “Seinfeld Quote” é exclusiva de Seinfeld. Mas abro uma brecha aqui que mostra o tapado Joey em sua dificuldade com a língua nativa.

    Episode: The one w/ Joey’s Bag

    Joey: (admiring himself in the mirror, with the bag) But it is odd how a woman’s purse looks so good on me, a man.
    Rachel: Exactly: unisex.
    Joey: Maybe you need sex, but I had sex a couple days ago.
    Rachel: No, no, no. No, Joey. U-N-I-sex.
    Joey: Well, I ain’t gonna say no to that.

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  • Posição

    Ontem almocei no Ekko’s, pela primeira vez desde minha volta à Botafogo. Restaurante muito bom, um quilo sofisticado e o ambiente muito agradável (eles aproveitaram uma parte externa do casarão e aumentaram a quantidade de mesas disponíveis, sem parecer um “puxadinho”, com elegância).

    O que me impressionou positivamente é que, logo na entrada, havia uma mini campanha de endosso à candidatura de Denise Frossard ao governo do estado, sob a seguinte marca: “O Restaurante Ekko’s prestigia quem sempre nos apóia”, com uma foto da candidata no restaurante. Simples, nada “comitêresco”.

    É uma posição complicada. Muitos comerciantes temem perder clientela ao assumir posições políticas. Outros, ao contrário, transformam seus comércios em um comitê eleitoral avançado, transformando a experiência do cliente em seu comércio em uma imersão eleitoral. No Ekko’s não. Não era uma propaganda. Era um apoio, um endosso. Na medida certa. Tem meu apoio.

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  • Cavaleiros do Zodíaco

    A imprensa e os meios de comunicação, instrumentos fundamentais das sociedades ocidentais como a conhecemos, podiam acabar com um de seus maiores telhados de vidro, ao redor do mundo: o horóscopo!

    Por que será que continuam mantendo essa informação falsa em seus periódicos? Claro que eles têm um público a servir, não se pode deixar de publicar e atender seu público. Porém, façam com uma informação mais apurada, mais trababalhada.

    Não há crítica ao zodíaco e quem acredita nisso. Eu não acredito e acho uma grande bobagem. Porém não julgo quem acredita. O problema é que, todos sabem, ninguém na redação de jornal efetivamente faz uma pesquisa para avaliar e informar as condições do zodíaco diariamente. Todos nós já ouvimos as histórias de como se prepara o horóscopo diários:

    • quem chega por último na redação
    • estagiários de jornalismo
    • banco de horóscopos anteriores
    • rodízio de signos

    Querem ser respeitados, respeitem o leitor!

    ps. esse post é nada-a-ver mesmo!!! nem sei direito porque escrevi… outro dia estava lendo o jornal e fui testar o horóscopo e devo ter me emputecido com aquele bando de palavras aleatórias.

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  • Mega Pixel

    Fui comprar uma webcam, numa loja de verdade (não tive tempo pra ir na Info Centro). Chegando na loja perguntei a diferença de duas câmeras ao vendedor, fora a óbvia distinção de Marca (Microsoft e Genius) e Preço (R$250 e R$100).

    O vendedor (ô raça, como diria o Tutty), mesmo com as especificações lado a lado, na minha frente, achou por bem dar sua opinião. Tascou o olho em um Mega Pixel da caixa e veio logo dizendo que a câmera da Microsoft tinha o Mega Pixel como uma de suas características, “muito melhor do que a outra, que tem apenas Pixel”. Alertei ele que ele estava comparando alhos com bugalhos (olhou, na Microsoft, para a definição de fotos enquanto na da Genius olhou para a de video), mas seu orgulho comercial falou mais alto e ele não abriu mão, falava do Mega Pixel como se estivesse falando de um flash embutido e não uma medida de captação.

    Perdeu minha comissão :)

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  • Animação

    Um movimento curioso acontece no mundo da animação digital. Antigamente (se é que pode-se chamar assim) apenas a Pixar apresentava títulos de animação digital, colhendo o benefício de ser a pioneira e de sua parceria com a Disney. Lançou clássicos, obras-primas, como Toy Story, Procurando Nemo e Os Incríveis. Em seguida alguns estúdios começaram a testar suas habilidades até chegarem também a produzir filmes de qualidade.

    Algumas tentativas de estúdios, até a consolidação, foram muito fracas comercialmente, como por exemplo a Dreamworks, que lançou Sinbad e Antz até se consagrar lançando Shrek. Hoje, além desses 2 estúdios, a Sony Pictures, lançando recentemente seu primeiro filme O Bicho vai Pegar e a Fox, com seu consagrado Era do Gelo.

    Mas o curioso mesmo é que, em alguns exemplos emblemáticos, existe uma certa falta de criatividade, ou mesmo uma guerrinha particular, que traz filmes com a mesma temática lançados praticamente ao mesmo tempo. Vejam esses três exemplos clássicos que mostram que a Dreamworks está sempre envolvida:

    • Antz (Dreamworks) vs Vida de Inseto (Pixar)
      • Os dois filmes mostram a vida num formigueiro, em especial a vida de uma formiga em particular, cansada de ser o que é. Mais curioso ainda é que foram lançados no mesmo ano (1998).
    • Os Sem Floresta (Dreamworks) vs. O Bicho vai Pegar (Sony Pictures)
      • Os dois filmes mostram a relação de animais florestais e sua relação com humanos nas cidades próximas, sob o ponto de vista dos próprios animais. A relação dos animais com o modo de vida dos humanos (principalmente conforto e comida) é um dos principais pontos dos filmes. Os dois filmes foram lançados no mesmo ano (2006).
    • Madagascar (DreamWorks) vs. Selvagem (Disney)
      • Os dois filmes mostram a vida de um leão no zoo de NY. Numa sequência de eventos há uma viagem de navio pilotado por animais de NY para a Africa. Os filmes foram lançados com menos de 1 ano de diferença: Madagascar (2005) e Selvagem (2006). Esse, dos três exemplos, é o único que a Dreamworks saiu na frente.
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  • Flying Buttons

    Hoje arrebentou um botão de minha camisa. Obviamente, durante uma reunião. O amigo Alexandre Lara já escreveu sobre esse tema aqui, que aflige os gordos, como eu. Me lembrei do post e de um Seinfeld Quote (que tem estado ausente aqui do Blog, assim como eu). Vejam:

    Episode: The Truth
    Setting: Monologue at Night Club

    Ah, the extra button….yeah … what kind of a sicko would save these …have them in a huge file, drawers that wide (small fingers opening imaginary drawers) Where the hell is that … I mean is it THAT hard to get round black buttons that they have to make it into such a great thing like this? … is it such a great jacket … the buttons are so unique, so one of a kind, you’ll never find them - they save you the trouble of knocking your brain off - and we know they’re going to fall off too that’s the other thing.

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  • 5 shows que FUI :)

    Alguns eu consegui ir (e me orgulho):

    1. U2 (Jacarepaguá - jan/98 e Morumbi - jan/06)
    2. Midnight Oil (Maracanãzinho/93 e Metropolitan/98)
    3. Iron Maiden (Claro Hall - ago/04)
    4. Guns ´n´ Roses (Rock in Rio II - jan/91)
    5. Blitz (Arpoador/95)
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  • 5 shows que NÃO FUI :(

    Alguns shows me lamento de não ter ido, e hoje não retornam.

    1. Legião Urbana, Jockey Club, RJ (jul/90)
    2. Rolling Stones (95, 98 e jan/06)
    3. Ramones, Canecão (92)
    4. Iron Maiden, Rock In Rio III (jan/01)
    5. Los Hermanos, Cine Iris (jul/04)
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