Reconheço que falo (e escrevo) muito sobre ônibus e trânsito. Talvez devesse ter sido engenheiro de tráfego. Porém lembro de um taxista paulista que conheci que tinha um recalque desses engenheiros (em SP a CET é muito atuante) dizendo que nunca tinha visto uma faculdade de engenharia de tráfego e que não todos não passavam de paspalhões (é, a CET é muito atuante :) ). Aí acho que estou bem sendo administrador (é… essa é a minha formação… de que serve eu ainda não sei :) ).

Falo muito de ônibus e trânsito pois essa é a minha maior experiência! Ando de ônibus há mais de 20 anos. Nem de educação formal (talvez 18 anos em sala de aula) eu tenho tanta experiência!!! E a experiência é diária: usei carro diariamente apenas durante alguns períodos de faculdade e em um ou outro período de trabalho.

Bem, voltando :) , eu até hoje não consegui entender a função do fiscal de ônibus. É um sujeito que fica anotando o horário porque cada ônibus de determinada empresa passa por um ponto. Tenho várias dúvidas a respeito deste sujeito: por que alguns anotam também o número da roleta, mesmo depois do bilhete eletrônico? por que outros não sobem no ônibus para anotar o mesmo número? alguém lê ou tabula esses dados? alguém já pensou em automatizar / informatizar essa função?

Claro que para essas questões devem existir respostas claras (mesmo considerando a administração não-profissional deste setor. Mas ontem percebi uma situação que mostra que às vezes nem a empresa deve saber o motivo: em três pontos seguidos em botafogo havia um fiscal para o qual o mesmo motorista teve que gritar seu horário. Para não me acusarem de falsificador ou exagerado :) digo logo os pontos: praia de botafogo (em frente ao Botafogo Praia Shopping), Metrô Botafogo na S. Clemente, e ponto em frente ao Santo Inácio. A linha era 571, da São Silvestre.

Creio que algum dia tal dúvida seja sanada :D