Leo Carbonell

I know a guy that knows a guy…

Archive for June, 2006

Postando de Guarulhos!

Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…

Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.

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  • De mudança

    Estou mudando o servidor desta josta…

    O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente… :)

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  • Cerveja safada

    Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:

    “LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”

    Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.

    Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.

    Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!

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  • Higienópolis

    Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.

    Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.

    Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, “profissionais da vida noturna” oferecem seus serviços em todas as esquinas.

    Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM - o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.

    Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.

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  • Rodoviária e Escadinha

    Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.

    Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.

    Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária:

    • Portões de 13 a 28: Esses portões ainda não estão equipados com Fingers. Assim, em um espaço no andar térreo que deveria abrigar 3 ou 4 portões estão aglomerados lado a lado uns 15 portões. Imagine o movimento disso na sexta à noite!!! E, para fazer jus à alcunha de rodoviária, destes portões os passageiros tem que pegar ônibus para chegar na porta do avião.
    • Check-in da TAM: A TAM, excelente companhia aérea, não conhece o modelo de fila única: utiliza praticamente uma fila por destino. E está confinada numa área muito pequena e estreita do salão de check-in. Resultado: nas sextas-feiras à noite é impraticável transitar por ali. Tem vezes que a fila (ou melhor, a aglomeração) é tamanha que fica gente literalmente do lado de fora. Só se entra pelos lados. Enquanto isso, o balcão da Varig fica vazio, vazio, ocupando enormes balcões antes destinados a maior companhia do Brasil.
    • Escadinha: Esse é o melhor cartão postal da Cidade. Como as obras do aeroporto ainda não estão concluídas, entrar de taxi na entrada do estacionamento e desembarque dos taxis é missão suicida para quem normalmente chega em cima do laço. Então o esquema é falar pro motorista: “vamos ficar na escadinha, ok?” Isso significa que o taxi irá parar numa calçada safada na pista central de uma avenida altamente movimentada (Washington Luiz) disputando espaço com pedestres a espera do ônibus e funcionários do aeroporto comendo churrasquinho de gato e outros kitutes nessa mesma calçada de um metro e meio. Por que escadinha? Por que, para chegar no aeroporto temos que subir por uma escadinha de uns 3 degraus que separa o nível da pista central com a pista de serviço do aeroporto (aquela que desviamos). Vale a pena pelo tempo… Mas é um lixo!!!
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  • Sem trânsito, mas sem rádio

    É realmente um luxo morar pertíssimo do trabalho. Saio de casa e em 5 minutos já estou em minha estação. Um dos problemas colaterais é que não mais posso escutar o rádio na ida ao trabalho, e acompanhar algum noticiário (CBN ou BandNews). Era um dos meus passatempos preferidos, principalmente quando o Ricardo Boechat apresentava o noticiário carioca…

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  • A Voz do Brasil

    Não sei porque. Mas aqui em SP não toca a Voz do Brasil às 19h. É injusto (quem não queria se ver livre dessa praga propagandista?). Mas deve ser um indicativo da força econômica que o estado de SP excerce na estrutura de poder no Brasil.

    Ia até pesquisar o porquê disso. Mas estou cansado de pesquisa hoje. :) Mas lembro que já tentaram isso no RJ, por uma época algumas emissoras poderiam trocar o horário de transmissão para 23h, contanto que mantivessem uma estrutura de notícias no ar, principalmente sobre o trânsito. Mas não vingou por muito tempo. Espero que um dia volte, ou adote-se o modelo paulista por todo o Brasil.

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