I know a guy that knows a guy…
10 Jun
Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…
Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.
9 Jun
Estou mudando o servidor desta josta…
O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente…
8 Jun
Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:
“LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!”
Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.
Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.
Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!
7 Jun
Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.
Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.
Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, “profissionais da vida noturna” oferecem seus serviços em todas as esquinas.
Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM – o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.
Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.
5 Jun
Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.
Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.
Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária:
4 Jun
É realmente um luxo morar pertíssimo do trabalho. Saio de casa e em 5 minutos já estou em minha estação. Um dos problemas colaterais é que não mais posso escutar o rádio na ida ao trabalho, e acompanhar algum noticiário (CBN ou BandNews). Era um dos meus passatempos preferidos, principalmente quando o Ricardo Boechat apresentava o noticiário carioca…
1 Jun
Não sei porque. Mas aqui em SP não toca a Voz do Brasil às 19h. É injusto (quem não queria se ver livre dessa praga propagandista?). Mas deve ser um indicativo da força econômica que o estado de SP excerce na estrutura de poder no Brasil.
Ia até pesquisar o porquê disso. Mas estou cansado de pesquisa hoje.
Mas lembro que já tentaram isso no RJ, por uma época algumas emissoras poderiam trocar o horário de transmissão para 23h, contanto que mantivessem uma estrutura de notícias no ar, principalmente sobre o trânsito. Mas não vingou por muito tempo. Espero que um dia volte, ou adote-se o modelo paulista por todo o Brasil.