I know a guy that knows a guy…
28 Apr
Ontem peguei o carro do grande Rodrigo “Darci” emprestado para resolver um assunto lá no Paraíso e pela primeira vez dirigi realmente em SP. Teve uma vez que vim de carro pra SP, mas praticamente não contou, pois vim na quinta e voltei na sexta, guardei o carro na garagem. Aliás, o caminho que fiz na ida e na volta não teve praticamente nenhum desvio. A única esquina que virei na vinda, desde o Tunel Rebouças, foi a virada na Ponte Cidade Jardim, e já estava em casa!!! Passei pelas marginais Tietê e Pinheiros e cheguei direto no Itaim!!!
Bem, com essa visita guiada ao paraíso, terei algum material bloguístico para postar aqui… Aguardem!!!
27 Apr
Bem, fiquei sem postar e peço desculpas a minha legião enorme de fãs!!! Estive atolado com as seguintes tarefas:
Em breve mais novidades nesse novo layout. ![]()
22 Apr
O Aeroporto de Congonhas é mais uma prova da força desta cidade. A quantidade de gente circulando por seu saguão modernista, a quantidade de negócios, comuns de aeroporto, e igualmente cheios de consumidores, mostra porque este é o aeroporto mais movimentado do Brasil.
Frequento o CGH sextas e segundas. Só que é nas sextas, dia de embarque, que conheço mais do aeroporto. De ponte aérea para o Santos Dumont são 75 saídas diárias. E, contando os que vão para o Galeão, os vôos para o Rio devem subir para quase 90.
Existe vôo para todos os pontos do Brasil (na verdade, o aeroporto é internacional, mas nunca vi um vôo para fora do Brasil, a não ser aqueles que pegam aquelas cidades quase anexas ao nosso território). A Pantanal, companhia paulista que não tem nenhum vôo para o estado do pantanal, surpreende. São 6 aviões na frota mas, pelas distâncias mais curtas que opera, fazem multiplicar a percepção de sua presença. É fácil olhar para o céu e vejo um de seus aviões estranhos, um turbo-hélice que parece um hidro-avião (talvez subliminarmente enganado pelo nome de Pantanal).
Aliás, de distâncias curtas, o Congonhas é mestre. A menor que consegui verificar é o vôo regular TAM de CGH > Campinas, mas já ouvi um cliente da TAM na sala vip afirmar que estava indo para São José dos Campos… O aeroporto atende também inúmeras outras cidades do rico interior paulista.
Neste aeroporto (em outros anos) eu vi a famosa referência que o carioca faz de paulista, que o paulista gosta de ir pra Congonhas ver aviões… Em minha pesquisa descobri que era chamado de Praia de Paulista… Cheguei a ver bastante gente no terraço do aeroporto, que nada mais era do que o teto da área de desembarque… Nunca cheguei a comprovar se era o teto simplesmente ou se existia algum tipo de benfeitoria… Cobertura, para dias de chuva, certamente não tinha.
Mas, eu, que também sou um pequeno fã de aviões e aeroportos, me confesso e os perdôo. Filho de quem sou, não poderia ser diferente. Um dos meus lugares favoritos em minha cidade é a cabeceira da pista do Santos Dumont, mesmo que não para ver aviões…
20 Apr
Ver TV em SP também é uma experiência enriquecedora. Aqui, emissoras como RedeTV e Record tem um público considerável. Ontem, após ver a vitória do Flu de 4 a 0 sobre o Vila Nova-GO, rodei os poucos canais de minha TV a cabo ultra-junior (tenho Sportv, Multishow, GNT, GloboNews, Universal e Fox) e parei no canal Record, que estava transmitindo o jogo Brasiliense e Santos, que deu a classificação ao Santos na Copa do Brasil para a etapa das quartas-de-final.
Quem narrava o jogo eu acho que era o Luiz Alfredo, um locutor que já passou por Globo, SBT e Record. E, ao seu lado, estava o Neto, aquele jogador do Corinthians, que a imprensa paulista sempre venerou, mas que a biografia era absolutamente limitada. É verdade que ganhou alguns títulos, e era muito bom batedor de falta, dos melhores. Mas isso não superava sua arrogância e capacidade de falar besteira.
Luiz Alfredo parecia querer causar um ataque cardíaco nos seus telespectadores: numa tentativa de fazer o jogo parecer mais emocionante, para impedir que os zapeadores saiam do canal, ele narrava lances com uma emoção incontrolável. Mesmo os não-lances, como goleiro pegando a bola no tiro de meta ou toques laterais pelo meio de campo eram narrados como uma conquista intergaláctica.
O Neto merece um capítulo a parte. Primeiro, não é jornalista (tudo bem, o Falcão também não o é na Globo) nem menos comentarista (isso o Falcão é): é torcedor. Pior, torcedor vendido, pois claramente torcia pelo Santos, que pelo que sei não é seu time de coração. Além de torcedor, dá umas de jogador-recalcado-aposentado-tentando-descolar-um-troco. Aliás, acho que esse é seu cargo na Record :). Numa das pérolas do Neto ontem destaca-se: “Se é eu quem bato (sic), batia por cima da barreira. Aí era ‘caixa’!”.
Nunca fui fã da transmissão da Globo. Tenho inúmeros comentários negativos sobre ela e seu líder Galvão Bueno. Porém, nunca tinha experimentado a Record. Essa é dureza!!!
19 Apr
Hoje fui no centrão de SP, resolver meus problemas com a justiça! Calma, to brincando
Fui requisitado pela empresa a atuar como preposto em uma causa. Obviamente serei discreto e não comentarei o tema (meus advogados me instruíram: “nada a declarar”). Mas confesso que foi interessante.
Nunca entrei em nada relacionado a justiça que não fosse cartório. Uma vez apenas fui na polícia como testemunha de um caso enquanto eu era síndico do meu prédio. Aliás, outra vez, também quando era síndico, fui pro tribunal de pequenas causas, com uma causa contra mim (o síndico, não a pessoa). Mas a pessoa largou a causa antes da primeira audiência.
Bem, foi uma experiência única hoje. Fora o fato de ter aquele bando de oficial de justiça e escriturários, que são uma boa expressão do que considero do funcionário público de repartição (diferente das empresas públicas), dentro da vara (sem brincadeirinhas, por favor!) o processo é bem divertido! Tive que me conter pra não esboçar satisfação
Ficamos nós (autores do processo) de um lado da mesa enquanto os representates da outra empresa (ré) do outro lado. O juiz em uma mesa um pouco mais elevada. Claro que o juiz não conhecia o processo a fundo, então, quando nos chamou, ele ainda estava passando os olhos no processo. Mas, bem legal, conseguiu compreender o processo e se mostrou bastante desenvolto ao tratar dos assuntos da ação (que envolvia tecnologia, logicamente).
Legal também que, além de responder as perguntas vindas do juiz e do lado da ré, pude também dar contribuições aos advogados, ao pé do ouvido, sobre assuntos relativos a causa, que corroboravam a nossa ação. Me senti o próprio Al Pacino em And Justice for all: “You are out of order, this whole court is out of order!!!”
Além da experiência pude andar um pouco pelo centrão. Já não andava por lá há mais de 5 anos. Passei pela Av. Liberdade, a Praça João Mendes, a Catedral da Sé. Muito legal. A Catedral é espetacular. Acho que ainda algum dia devo voltar lá no centro, só pra fazer um turismo de novo!
19 Apr
Tive que tirar o casaco da gaveta.
Eu sou um fã do frio, mas confesso que me pegou de surpresa. Segunda-feira dei uma andada de uns 10 quarteirões à noite para encontrar um amigo e a sensação siberiana era de que meu nariz ia cair!!! Próxima semana tenho que trazer um material mais pesado. ![]()
18 Apr
Trabalho na R. Amauri. A região do Itaim Bibi é um pólo de restaurantes e gastronomia. A variedade é enorme, acima da média, pois a gastronomia deve ser o principal “ponto turístico” de São Paulo. Porém, se o Itaim é acima da média, a R. Amauri extrapola. Só no meu quarteirão são 10 restaurantes. Sem contar num ponto que está parado, parece que tem uma caveira de burro enterrada.
Considerando outras partes da R. Amauri (essa rua é muito estranha, pois está cortada pela Faria Lima e pela Nove de Julho e não parece que uma parte é continuação da outra) aparecem mais 3 restaurantes.
Vejam os restaurantes neste quarteirão da rua:
Magari
Parigi
Ecco
Figa
Forneria San Paolo
Santi
Dressing
Gardel
Pizza Hut
Yellow Giraffe
E os restaurantes “off-limits”:
Rubayat
Emporio Chiappetta
Mercearia São Roque
E, além dos 13, existe uma praça (no terreno do que seria um outro prédio), com um café. Esta praça surgiu da “bondade” dos Diniz, família do poderoso dono do Pão de Açucar - na rua eles são donos / sócios de alguns restaurantes / pontos, e decidiram que a rua seria o pólo gastronômico.
Destes restaurante, só o Pizza Hut é “popular”. Todos os outros são de gastronomia contemporânea, aqueles modernosos, com arquitetura requintada, serviço bacana e caros, muito caros
Já comi em metade destes lugares, em breve serão alvo de críticas gastronômicas aqui no blog. Os que faltam são os mais caros
claro.
O Parigi, é a cereja do bolo na Amauri, e é talvez um dos 5 lugares mais badalados de SP. Cheio, todos os dias. E, na porta, os carrões, cada um melhor que o outro. Os mais “comuns” são o VW Touareg e o Porsche Cayenne. Desenvolvi um costume ao passar pela porta do restaurante que é o de tocar no vidro dos carros, para verificar se são blindados. O scout está em cerca de 70% a 90% blindado!!!
Estou no coração dos muito-ricos da cidade!!
17 Apr
O bandido atacou de novo. Como todos sabem, fui vítima de uma quadrilha que assalta cofres aqui no escritório. Mesmo que já escaldado, achei que os bandidos não fossem ser ousados o suficiente para atacar novamente. Mas foram. Roubaram novamente minhas economias aqui da mesa. Já acionei o ministro da justiça.
17 Apr
Uma coisa que não tem como deixar de se incomodar aqui em SP, especificamente aqui nas regiões do Itaim, Vila Olímpia, Moema e até no Ibirapuera é o barulho que os aviões fazem quando passam em direção ao pouso em Congonhas.
Não tem um dia que passa que eu não olhe pra cima, que nem um arigó, assustado com o barulho.
O Aeroporto de Congonhas fecha, é bem verdade, às 23h, em função de estar localizado numa área residencial. E é impossível se pensar nessa cidade sem o aeroporto. Mas é muito incômodo. Quando assisto TV à noite eu fico com a janela escancarada, pois minha rua é muito calma. Mas, Em média a cada 5 minutos passa um boeing daqueles e por vezes não consigo escutar o que estão falando na TV. E olha que estou a uns 3 bairros de distância do aeroporto. Dizem que em Moema é o pior bairro nesse aspecto. Esse bairro é dividido pela Av. Ibirapuera: de um lado ficam as ruas com nomes de pássaros e no outro estão as ruas com nomes indígenas. Esse último é o pior, pois é juntinho do aeroporto.
Vejam como é o mapa da rota de aproximação dos aviões, pelo lado do Itaim:
Em amarelo, vê-se a rota dos aviões, em sua operação de pouso. Imaginem o barulho
14 Apr
Nesta semana fui ao Ibira com minha magrela :). É um parque bem cuidado, várias opções de lazer, gramado cortado, banheiros, fraldários, respeito dos usuários. Muito bacana.
O Ibirapuera tem para SP a mesma função que o Central Park para Nova Iorque. É o parque central, com ampla oferta de área verde e espaços culturais na cidade. Assim também deveria ser o Campo de Santana no RJ, mas a falta de conservação e opções de lazer, e por estar numa zona degradada da cidade, inviabiliza qualquer comparação.
É um parque de grandes proporções. A pista de caminhada / ciclovia é muito ampla. Dizem que nos finais de semana de sol fica impraticável de tão cheio, visto que a cidade é carente deste tipo de local. Porém, não foi o que vi em minhas andanças matinais. Um dos pontos legais do parque é que não é simplesmente um parque: é um complexo. Existem alguns museus dentro do parque, como a Bienal, a Oca e o mam. No entorno do parque também aparecem alguns monumentos, dando mais destaque a esse ponto de SP. Enfim, o parque não tá ali por acaso, nem a cidade pode se privar dele.
É um grande ponto de visita e convivência.